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933 Palavras

Era madrugada quando peguei o carro e fui para o Joá, parei na frente da casa do tal amigo, estava tudo escuro e silencioso, esperei por ele, esperei a madrugada toda, até o sol de quarta-feira me acordar invadindo o meu carro e me chamando pra vida. Apesar do atestado válido para aquele dia, precisava voltar para o escritório, não havia retornado a nenhuma chamada da Carol que foi até meu apartamento e deu de cara na porta. Precisava pensar com clareza, c*****o! Eu não era mais uma garotinha que perdeu o namoradinho da escola! Eu sabia de todos os riscos e sabia que estava apaixonada por ele! Precisava me recompor ou a ausência do Théo me consumiria por completo. Carol arregalou os olhos e a boca formou um grande O ao me ver. — Mas que p***a é essa? Vem cá! — me arrastou para o banheiro

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