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1245 Palavras

As palavras dele não me fizeram bem, meu peito doeu, pedi licença tirando a mão livre de Théo de minha cintura e fui me afastando aos poucos, de volta para o chalé, precisava de um minuto, um minuto meu, um pouco de paz, tentar colocar aquela confusão toda em ordem. Acendi apenas o abajur ao lado da poltrona de leitura e me sentei, na penumbra, o buquê em meu colo, Théo lá fora e eu, tentando desmanchar aquele nó na garganta nos goles de prosecco. Bateram. Não respondi, se fosse o Théo ele apenas entraria não é? Então vieram três batidas em sequência rápida e meu chamou. — Debby — mais três “ toc, toc, toc” e.... — Debby — mais três batidas e meu nome novamente. Théo me obrigou a sorrir com sua gracinha. Virou a maçaneta também sorrindo, contudo ficou sério ao me ver. Apesar do sorriso,

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