Um tanto mais de tempo para responder e nada. Segui com minhas tarefas por quase quatro horas até que Sabrine me ligou, deveria ir imediatamente até a sala do Senhor Di Piazzi. Começou... Atravessei o jardim, segui o corredor e Sabrine com uma cara simpaticamente torta indicou a porta dele com a caneta. — Ele tá bravo. — Novidade... — Não, é sério, ele tá mesmo bravo. Revirei os olhos, duas batidas breves e entrei. Théo estava de costas, olhando para a janela, braços cruzados. Pela primeira vez reparei bem na sala dele, era espaçosa, havia um lavabo de porta entre aberta, no chão perto da janela um jarro decorativo africano grande, o terno estava pendurado num cabide perto de um sofá de couro preto de dois lugares. — Trouxe os anexos. — Deixa aí em cima da mesa. — para quem estava br

