Abri os olhos e tentei localizar onde estava, mas a primeira coisa que vi foi o braço de Bailey em cima de mim e a claridade vinda da janela pequena, mas que parecia disposta a destruir a minha visão. A fechei rapidamente e me perguntei como vim parar no avião. -Deus, Joalin!- ouvi a voz da minha mãe no banco da frente de nós, ela estava sentada entre tia Ale e Vanessa, enquanto Bailey estava no meio de mim e de Sabina- Você passou de todos os limites ontem! -Passei?- franzi o cenho, tentando ajustar minhas memórias- Eu não lembro de muita coisas. -Os três passaram- foi a vez da mexicana mais velha. -Oh, m***a. Minha cabeça dói- falei, passando os dedos por cima dos olhos. -Tomem esse remédio, nós vamos pousar em Los Angeles em alguns minutos- Vanessa se esticou para entregar a ca

