-Pronta?- Bailey me questionou, apoiando sua mão na base da minha coluna, assim que descemos do táxi. -Nasci pronta- respondi firme, mesmo que por dentro eu estivesse nervosa com toda a situação- Pode guardar no seu bolso?- entreguei meu celular na sua mão. Minha capinha carregava meus documentos, cartão e dinheiro que poderiam ser necessários. -Claro- Ele guardou no bolso, me guiou até a entrada do restaurante e nós fomos recepcionados pela atendente sorridente. Sorriso esse que me soava ácido e apelativo. Apelando pelo que? Atenção do cara bonito ao meu lado, é óbvio. -Nós não temos nome na lista- eu respondi a sua pergunta, que veio logo depois de um boa noite insinuativo. -Eu sinto muito, mas não poderei permitir a entrada dessa forma. Bailey sorriu com tanta ironia, que eu

