Dirijo calmamente pelas ruas de Los Angeles e não consigo tirar esse sorriso bobo do rosto. Quem diria que Ametista e eu pudéssemos nos dar tão bem em tão pouco tempo. Paro no estacionamento do hospital e desço pegando o buquê de rosas brancas em minhas mãos. Sigo para a recepção e pergunto de maneira sedutora o número do quarto de Dora Bancks, ao que a recepcionista me responde sem nem ao menos pedir meus documentos. Acho que alguém acaba de perder o emprego, onde já se viu, passar o número do quarto dos pacientes para um desconhecido, eu poderia ser um assassino. Sigo pelos corredores extremamente brancos, até o quarto com o número 212 na porta e bato esperando autorização para entrar. _ pode entrar.-escuto uma voz feminina bastante firme dizer do outro lado da porta e respiro fundo

