Escrever “Entre Cedros e Estrelas” foi como revisitar os cantinhos mais afetivos da minha memória.
Cada personagem nasceu de uma pergunta, de uma lembrança, de uma conversa que ficou ecoando.
Cedro, essa cidade inventada e tão familiar, é feita de gente que sente e que não tem medo de sentir.
Essa história começou como um projeto simples, mas cresceu como crescem as coisas que têm alma.
Virou novela, virou livro, virou lar.
E eu, que comecei escrevendo com medo, terminei com coragem.
Coragem de falar sobre amor, sobre perdão, sobre recomeços.
Coragem de mostrar que a vida pode ser leve mesmo quando é difícil.
Gisele me ensinou que a força mora no silêncio.
Lucas me mostrou que voltar é um ato de amor.
Mateus me lembrou que o perdão é o maior presente que podemos dar e receber.
Leonor, Paulo, Iva, Rafael, Junior, Cassio, Dona Neide e Seu Antônio… todos eles me ensinaram que a bagunça também é beleza.
Se você rir, chorar, e se identificar ou simplesmente se sentiu acolhido por essas páginas, então meu coração está em festa.
Porque esse livro não é só meu.
É nosso.
Obrigada por entrar nessa história.
Por acreditar nos recomeços.
Por deixar Cedro morar um pouquinho em você.
E que, quando a vida parecer sem roteiro, você lembre que até as galinhas de Cedro encontraram seu lugar no mundo.
Com carinho e gratidão,
Liliane
Primeira Edição
Este romance foi revisado conforme as novas regras de ortografia, e com o uso de Inteligência Artificial.
Está expressamente proibido o armazenamento ou cópias sem autorização do autor.
A violação dos direitos autorais é crime, conforme a lei 9.610/98, e é punida no artigo 184 do código penal.
Esta obra é puramente de ficção, com personagens e história fictícia, da imaginação da autora, com auxílio da IA. Qualquer semelhança com pessoas e acontecimentos é mera coincidência.
Este livro contém uma pegada hots, literatura recreativa para maiores de dezoito anos.
Diagramação da Capa: Liliane Bettiato – Canva/Imagem https://br.pinterest.com/
Revisão Ortográfica: Inteligência Artificial
Leitura Crítica: Fernanda Bonatto