CAPÍTULO 11

692 Palavras

— Naveen. Acorda. — Uma voz distante e familiar chama, me fazendo grunhir baixinho, não querendo abrir os olhos de jeito nenhum. Estou me sentindo cansado e dolorido pra caramba, e tudo isso diminui por causa do sono, e talvez seja por isso que quero continuar inconsciente. — Acorda, garoto. — A voz repete, agarrando gentilmente o meu braço. O contato me faz abrir os olhos rapidamente, embora minhas pálpebras estejam pesando dez toneladas cada uma, e a claridade seja incômoda. Encontro Francisco me encarando, abaixado na minha frente e com uma espingarda presa sob o ombro. Eu ergo o braço e coço os meus olhos, observando como a minha pele está imunda e repleta de pequenos cortes. — O-o que aconteceu? — olho ao redor e percebo que ainda estou na floresta, sem saber ao certo em que par

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