Amanda, ao entrar em casa, encontrou o pai preparando o jantar. Ela ainda usava o casaco de Dante. O calor a acalmou e, se não fosse pelo pai, ela nem perceberia que ela ainda o usava. — E esse casaco, Amanda? Sentindo as bochechas arderem, Amanda sorriu ao se ver sendo pega. Tirou a peça e voltou para um pequeno armário perto da entrada, onde a guardou. — É do Atlas. Estava um pouco frio no hospital e ele me emprestou. Voltando à mesa, Amanda sentou-se ao lado do pai e, contemplando os pratos requintados servidos só para os dois, contou-lhe o que aconteceu com Nerio. — Mas ele está bem, Amanda? Não me diga que é possível que ele morra... Um tanto surpreso com o acontecimento estranho, que também pareceu incomum para a filha, Erick aguardava uma resposta afirmativa. A morte do seu co

