6° Capítulo - Hora da revanche

644 Palavras
MIA Parei o carro e sai de dentro dele doida para meter a mão na cara daquele i****a. Ele estava pegando o dinheiro que havia ganhado. Fui até ele e o puxei pela gola da camisa (que ele havia acabado de vestir pois chegou aqui sem). — Eu e você agora, início na Rotary internacional e fim aqui.  — Calma boneca, não sabe perder? — Ele veio apertar meu queixo mas eu dei um t**a em sua mão. — Conhece uma coisa chamada revanche? — Sorri e olhando nos olhos — valendo dez mil — semicerrei os dentes.  — Tão vendo como a gatinha tá afiada pessoal? — Indagou o cara que cuidava das apostas. As pessoas gritaram. — E ai cara, vai amarelar?  — Claro que não. — Ele sorriu malicioso. — Mas acontece, que eu não quero seu dinheiro. — Ele veio andando em volta de mim, passou a mão em meu ombro e desceu pelo meu braço. — Se eu ganhar você vai pra minha cama hoje. — A multidão toda parou para olhar nossa conversinha, e nessa hora gritaram "UOL" . Engoli seco. — E se eu ganhar, você vai trabalhar pra mim, por um mês. Nada de pagamento. — A propósito, eu adoro uma lingerie vermelha. — Ele piscou e entrou no seu carro. Fiz o mesmo, assim como a metade das pessoas que estavam ali.  Nos direcionamos para o local combinado e demos o espaço. O cara das apostas entrou no meio e fez a contagem. No já eu acelerei o máximo que pude, o caminho era curto e fácil, eu o já havia o decorado. Brian estava um pouco na minha frente, mas eu tinha alguns truques na manga, bati meu carro contra a traseira dele, o seu veículo dele girou algumas vezes na pista e eu o ultrapassei, já estávamos na metade do caminho quando ele atirou uma faca na minha roda traseira que se rasgou e foi esvaziando aos poucos, m***a. Olhei no retrovisor, pisquei pra ele que ainda estava atrás de mim, liguei o nitro e apertei o botão de alta velocidade e o meu carro atravessou a Avenida do Exército como um tiro, o carro do Brian se aproximou bastante do meu pois ele também ligou seu nitro, eu estava perdendo velocidade por causa da roda, apertei o pé no acelerador e fiz a curva na Fonseca Teles e em poucos segundos atravessei a linha de chegada com o Brian logo atrás. Sai do carro sorridente enquanto várias pessoas aplaudiam, Brian saiu de seu carro e veio até mim, ele carregava um sorriso travesso em seus lábios e me encarava com aqueles lindos olhos cor de âmbar. Colei meu corpo no dele e aproximei nossos rostos, pousei minha mão sobre sua nuca e abri um sorriso, aposto que todos acharam que haveria um beijo, confesso que parte de mim também acreditou nisso. Ele pousou o olhar em minha boca e eu sorri, aproximei meus lábios de seu ouvido e sussurrei: amanhã, às nove. Favela do Mandela, te espero na boca. Em seguida me afastei dele e caminhei em direção ao meu carro e o tirei do caminho para a corrida de motos. Assim que ela começou a Diega e o Matheus apareceram, eles voltaram andando pelo que entendi. Fui de fininho até o carro do Brian, que havia sido estacionado três veículos depois do meu e coloquei um detonador em baixo do mesmo. Fui até meu irmão e disse que iria embora, e que se tudo ocorresse bem na favela amanhã eu iria conhecer meus avós. Troquei o pneu do meu carro e em seguida entrei no mesmo junto com a Diega, assim que chegamos na esquina apertei o botão do meu controle e o carro do Brian explodiu. Ele ficou confuso e olhou pro meu carro, olhei pra ele pelo retrovisor e pisquei, em seguida saí em disparada e não olhei para trás.
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