- Posso entrar? - Perguntei ao abrir vagarosamente a porta do quarto onde Marilyn estava. A menina, que por sua vez, estava deitada na cama, se cobriu com o cobertor, deixando apenas os olhos de fora e se encolheu um pouco assustada. Me aproximei dela cautelosamente e a menina recuou, tentei manter uma certa distância dela. - Sabe, eu estava pensando, e amanhã nós vamos ter que ir a um lugar, lá uns titios vão ver se tem alguém procurando por você. - Falei. - Tudo bem por você? A criança muito trêmula apenas negou em um gesto com a cabeça deixando eu sem entender o porquê de sua reação. - Hey, vai ficar tudo bem, viu? - Olhei bem no fundo dos seus olhos assustados. - Eu prometo! Dei um sorriso para ela, que recuou meio assustada e eu me retirei de seu dormitório. (...) Eu estava se

