Capítulo 7

622 Palavras
A noite chega e eventualmente a madrugada vem acompanhada com lindas estrelas destacadas no lindo céu azul escuro. Luccas chora até adormecer, até que ele acorda as 2 da manhã com seu celular tocando, ele se senta em sua cama, coça os olhos sonolento e pega o celular. Ele vê e seu i********: está cheio de vídeos dele levanto ovadas na cabeça e sendo chutado na frente de todos, o vídeo havia milhões de curtidas e comentários rindo e zombando dele como se fosse um pedaço de lixo... E mesmo estar quase desidratado de tanto chorar, mais lágrimas caem sobre seu rosto novamente. Ele chora sem parar e sabe que no próximo dia iria ser zombado por todos a sua volta, ele afunda o rosto no travesseiro e chora... Seus olhos estão vermelhos e inchados de tanto chorar, ele pega o celular e vê o vídeo novamente, e vê que Caique não fez nada. Mesmo achando que foi Caique quem fez a maioria das coisas com Luccas mas ele não participou... Enquanto isso com Caique ele está em casa, em sua cama mexendo no laptop vendo os milhares e milhares de vídeos que gravaram de Luccas, ele fecha o punho e cerra os dentes com raiva, ele queria ter impedido mas pelo choque não fez nada, ele então suspira irritado e dá uma volta pelo quarto pensativo sobre a questão de Luccas. Ele se joga em um pequeno sofá que havia em seu quarto e suspira irritado. Ele tem uma ideia e vai até o laptop novamente e entra no chat com o Luccas e digita uma mensagem. "Oi, sei que deve estar dormindo agora, mas, tem um tempo para conversarmos?" Logo Caique, sai do chat e percebe que Luccas estava a digitar e logo recebe uma mensagem. "Oi... Tenho sim, sobre oque seria?" Caique lê a mensagem ansiosamente e digita de forma desesperada. "Você está em casa?" "Estou sim.." "Ótimo" Caique envia, fecha o laptop antes de receber outra mensagem, coloca suas botas, pega a chave da moto, desce as escadas da casa, coloca o capacete, entra na garagem e sai da casa com a moto, dirigindo sobre a intensa neblina da madrugada, a pista era calma e era ouvido apenas o barulho da moto de Caique, ele dirige fazendo um barulho estrondoso pelas ruas quietas, o farol estava baixo então era possível ver a placa, ele dirige em alta velocidade desnecessária. Ele dirige desesperadamente pelas ruas até chegar em frente a casa de Luccas, ele para a moto na beira da calçada, tira o capacete e buzina. Caique vê a luz da cozinha e da sala de ligar e logo Luccas aparece na porta da frente com roupas desleixada e vai até Caique e diz: —O que está fazendo aqui essas horas? Está frio...— Luccas diz preocupado —Você tá bem? Eles te machucaram muito?— Caique diz desesperadamente revistando o corpo de Luccas e vê alguns hematomas. —Eu vou dar um jeito neles... Eu prometo... —Isso não importa agora, entre, está frio pra você ficar aqui fora. Luccas então o leva para dentro e o coloca sentado no sofá. Caique parece mais irritado que o habitual, ele respira fundo e diz. —O-Olha, tá tudo bem comigo, não precisa fazer nada! Luccas diz nervosamente e gaguejando —Não tá tudo bem! Você tá com hematomas! Isso não tem como ignorar Luccas!— Caique diz estressado enquanto agarra o pulso de Luccas. O clima ali fica extremamente tenso. Os olhos de Caique descem dos olhos de Luccas seus lábios e logo o puxa para um beijo. As mãos de Caique vão na cintura de Luccas e as mãos de Luccas vão em seu pescoço e nuca.
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