Helena Eu já sabia que ela não me deixaria em paz. Mas o que descobri naquele dia foi diferente. Mais pesado. Mais perigoso. Beatriz sempre foi sorridente demais, educada demais, com aquele jeito de quem engole os outros para parecer melhor. Mas agora, enquanto cruzava os corredores da empresa com passos calculados, percebi algo: ela não estava apenas tentando me desestabilizar com olhares e comentários sutis. Ela estava armando algo maior. *** Cheguei ao meu escritório e encontrei a mesa revirada. Papéis espalhados, arquivos digitais abertos. O coração acelerou imediatamente. — Quem mexeu aqui? — perguntei, tentando manter a calma. Uma risada suave ecoou atrás de mim. Ela estava encostada na porta, com o sorriso frio, o salto batendo levemente no chão. — Oh, Helena…
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