Ele se afastou de mim com um sorriso impossível de explicar, vendo a perplexidade no meu rosto. Pegou a minha mão e, juntos, nos viramos para os convidados que lotavam a catedral. O rosto da minha sogra era de completa alegria. Ela era a mais animada. Os sinos da catedral soaram enquanto caminhávamos pelo corredor, agora marido e mulher. As portas se abriram. Lá fora, uma multidão se reunia para ver a esposa de Magnus Corleone. Flashes de câmeras, aplausos e pétalas de rosas brancas choveram sobre nós. Naquele momento, com a mão de Magnus firmemente na minha cintura, percebi que não era mais Verena, a garota muda. Eu era Verena Corleone, esposa do homem mais temido e respeitado da Itália. Isso era um sacrifício, sim, mas também poderia ser uma oportunidade. Afinal, setenta e duas horas

