Verena O som da porta se fechando atrás dele, quando saiu, foi como um tiro. Fiquei imóvel, a toalha ainda grudada no meu corpo como um escudo inútil, encarando o espaço vazio onde Magnus estivera segundos antes. "Não pense que só porque eu a tomei, vamos dormir como amantes." As suas palavras ecoavam na minha mente, cada sílaba um pequeno corte na minha pele. Frias. Calculadas. Precisas na sua cr*ueldade. Deixei a toalha cair no chão e caminhei até a cama, observando as manchas carmesim nos lençóis brancos. Evidência da minha rendição. Da minha ingenuidade. O que eu realmente esperava? Que Magnus Corleone, o homem que eu vi torturar alguém sem pestanejar, se transformaria de repente num amante terno e devotado só porque havia tirado a minha virgindade? Ri de mim mesma, um som oco qu

