Não estava nem na metade da manhã quando voltei para casa. Az já estava lá. De braços cruzados olhando para a enorme porta de vidro. Quando me viu, pareceu ter um peso retirado dos ombros, não disse nada, apenas me abraçou com força. - Sinto muito. - sussurrei. - Por ontem. - o apertei de volta. - Não queria te deixar preocupado. Ele não respondeu, se afastou o suficiente para segurar meu rosto nas mãos e me olhou. Os olhos avelã estavam mais fundos. - Sinto muito, Az. - o apertei com mais força, a ponto de os nós de meus dedos ficarem brancos. Meu parceiro me fez sentar na cama, me deu um beijo na testa e, ainda segurando minhas mãos, me analisou. - Vou encher a banheira. - disse. - Tire essa roupa. Az me deu outro beijo antes de ir até o banheiro, quase não ouvi seus passos at

