Capítulo 31

1021 Palavras

Bruno Eu fiquei, ali como aquele safado daquele turco o celular dele tocou mais uma vez, e o sem vergonha não quis atender olhou pra mim desconfiado e eu só observando. — Você não vai atender turco o seu celular, ele não para de toca? — Perguntei a ele que regalou os olhos pra mim. — Não é nada tão importante assim, é só uma destas mulheres, depois eu retorno e vejo o que ela quer. — Eu preciso saber o que este filha da p**a está aprontando porque se ele tiver vai ser um turco a menos. — Certo então como anda as coisas por aqui? — Vi que tem novas garotas não são menores de idade não é? — Você sabe que trabalho como menores. — Claro que não Barão, elas são tudo maiores de idade não contrato crianças pra dançar a estamos precisando de mais entorpecentes aqui, as que tinha acabaram on

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