Capítulo 138

1190 Palavras

O Retorno para Casa e a Paz Roubada A adrenalina da confrontação com o Caveira ainda corria nas minhas veias enquanto o carro me levava de volta para casa. A satisfação de ter me imposto era grande, mas o peso da responsabilidade não diminuía. Ser o 03 significava que cada problema, cada ameaça, agora passava por mim de uma forma mais direta. Assim que a porta de casa se abriu, o cheiro familiar de café, misturado ao perfume suave de Luana, me envolveu. Ela estava na sala, sentada no sofá, com o celular na mão, mas os olhos fixos na porta. Assim que me viu, um alívio visível preencheu seu rosto. Ela se levantou e veio até mim, me abraçando forte, como se quisesse ter certeza de que eu estava realmente ali, inteiro. — Graças a Deus", ela sussurrou, o rosto aninhado no meu peito. "Eu esta

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