NARRADO POR YASMIN (técnica nova, paciência zero, objetivo claro) --- Decidi hoje. No meio do banho dele. Enquanto ouvia ele me chamar pra buscar a toalha com aquela cara de “me socorre mas finge que não”, uma ficha caiu: Thales Montenegro não ia sair daquela cadeira com afeto. Nem com conversa. Nem com “você consegue” no ouvido. Ia ser na marra. Na dor. No desconforto. No empurrão que não machuca o corpo, mas arranca o orgulho. Ele não era um homem que aprendia com ternura. Era o tipo que só escutava quando o mundo gritava. Pois bem. Eu ia gritar com técnica. Tô falando de banho forçado, cronômetro na mão pra fisioterapia, insulto funcional, piada seca, tarefa repetida até ele suar o trauma inteiro. Nada de café da manhã na bandeja. Nada de “tá tudo bem”. Porque não tá. Ele pe

