Três anos mais tarde… —BRANDO— — Ninguém se importa com quem você dorme, Brando... mas não deixe a sua casa cheirar a caos. A fraqueza se sente no ar... e os cães sempre seguem o rastro de sangue. O velho Medici lança-me essas palavras sem desviar o olhar. Os seus olhos estão marcados pelos anos, mas ele ainda conserva aquela faísca de um homem que enterrou inimigos e parceiros igualmente. Ele tem aquela paciência intimidadora que só as décadas neste negócio podem dar. — Está tudo bem em casa. Respondo, tenso como uma corda enquanto bebo o meu conhaque. Da sua cadeira de rodas, Medici lança um olhar para o salão decorado com flores frescas e toalhas de renda. É o casamento da sua última neta. Ela se casa com um rapazinho bom, filho de um empresário limpo... um daqueles que jamais suj

