Sabe o que veio fazer. Assinto m*al e engulo em seco. — Um segundo. Fecho a porta, caminho rápido até uma das prateleiras e deixo a arma na gaveta. Depois volto e abro a porta completamente. Alice entra sem dizer uma palavra. Respiro fundo e a sigo com o olhar. Ela carrega a bolsa pendurada no antebraço e caminha direto para a sala. Eu vou atrás. Os meus passos não são tão firmes quanto os seus. — Como você está? Ela pergunta ao se virar. Os seus olhos se dirigem ao meu pescoço. Sei que parece bastante ru*im e causa impressão ver as marcas. — Já tive dias melhores. Respondo com calma. — Mas no geral... estou bem. Apenas concorda. Não diz mais nada, mas o rosto dela diz tudo. Não veio brigar. Não desta vez. Há preocupação nos seus olhos. Real, não fingida. Deixa a bolsa de l

