Andrew. Como nós conduzimos pela estrada de terra a caminho de casa, Sophia não parava de olhar para o pingente que balançava na pulseira que eu lhe dei há alguns meses. Hoje à noite, acrescentei o primeiro pingente a ela: uma borboleta de diamantes. — Você gostou disso? — Eu peguei a mão dela. — Eu adorei. — Ela apertou minha mão. — Você não precisava gastar comigo. A festa durou a noite toda. O jantar esta noite… isso é também muito. — Não quando se trata de você. — Eu beijei os nós dos dedos dela. — Eu quero te dar o mundo. — Você já fez isso. — Ela olhou pela janela. — Aquele ali na nossa frente é o Joey? — Sim. — Eu fiz sinal na direção do carro atrás de nós. — Eu tenho alguém te seguindo também. Você é uma carga preciosa. Ela apertou o aperto da mão dela sobre a minha. — O qu

