Sophia. O quarto estava escuro, e um zumbido vinha de algum lugar distante. Eu me aconcheguei mais perto dele. Andrew. Pela primeira vez em muito tempo, eu me sentia segura e não temia o que o novo dia traria. Mantive os olhos fechados, tentando voltar a dormir, mas o zumbido ficou mais alto, mais insistente. — p***a. — Andrew se atrapalhou ao meu lado, estendendo a mão. — O que foi? — murmurei, ainda de olhos fechados. — Meu telefone, bebê. — Ele se sentou e atendeu. — O quê? Virei de lado, respirando profundamente no travesseiro dele. Era quente e reconfortante. — Esta manhã? — Andrew perguntou à pessoa do outro lado da linha. — Acho que essa é a nossa melhor opção. Ele ficou em silêncio por alguns segundos, ouvindo. Se alguém ligava àquela hora, era importante — e aquele definit

