Andrew. Gio me entregou um copo de vodca enquanto eu olhava ao redor da cobertura. A cidade acesa acima do horizonte, mas o clima ali era sombrio. Eu não era estranho à morte. Já havia matado antes. Por vingança, retaliação, traição. Perdi pessoas próximas a mim. A perda de Stella foi uma dor profunda. — A culpa é minha. — Dei um gole na vodca. — Eu a trouxe para dentro de casa. — Ela sabia quem você era quando concordou em trabalhar para você. — Não importa. — Coloquei o copo na mesa de centro. — Ela ainda estaria viva se não estivesse trabalhando para mim. Sophia se culpa, mas a culpa não é dela. — Não, a culpa é do assassino, que mataria uma mulher inocente. — Eu preciso saber quem fez isso. — Ninguém assumiu a responsabilidade por isso. — Gio passou a mão pelo cabelo. — Talvez i

