Cris Puta que pariu, ela é uma delícia de perdição, o pecado que terei todo o prazer de cometer. Penso enquanto olho para uma Jenny completamente entregue. O olhar brilhando de desejo, a respiração frenética, a voz arrastada. E esses gemidos? — Sou sua, Cris! — Ela geme baixinho. — Me faça sua! Céus, isso não é um pedido, é um convite para embarcar em uma montanha russa, que me levará do inferno ao céu. Ralho mentalmente, roçando o meu quadril contra o seu, porque quero que ela sinta o quanto a desejo nesse exato momento. Sim, Jennifer me enlouquece, ele mexe comigo de um jeito irrevogável. Perto dela, eu sou um vulcão prestes a explodir larvas incandescentes para todos os lados. Mas antes quero fazê-la gozar como uma louca debaixo de mim. — Cris, por favor! — Ela implora dessa vez

