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1122 Palavras

Jenny Eu não consigo. Não consigo ser o que ele quer que eu seja. Penso. Entretanto, sou surpreendida por braços fortes que me envolvem por trás e o seu calor me abraça imediatamente. — Oh, querida me desculpe! — Sua voz calma demais me acalenta. — Eu só precisei ir pegar um pouco d’agua — explica baixinho. — O que está acontecendo com você Jenny? Por que não conversa comigo? — É que... eu sou uma pessoa má, Cris — digo com um lamento. — Por que está dizendo isso? — Porque... é o que sou. — Jenny... — Eu o matei, Cris. Matei o meu próprio pai! — Por que está falando isso, meu amor? O desespero comprime o meu peito e sinto que estou me afogando na minha própria dor. Eu preciso contar isso para alguém, preciso colocar para fora. — Porque é a verdade. Eu... matei o meu pai. — Cris

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