Eu me mantinha agarrada a Mierra como se fosse uma criança acuada e com medo de tudo. Certamente toda aquela situação iria me traumatizar de uma maneira que eu precisaria de inúmeras sessões de terapia para recolocar as coisas nos eixos. Sim, Marcos de fato era um traficante e pelo pouco que pude prestar atenção na conversa que ele mantinha com Mierra - para não dizer briga - entendi que um meio que não sabia coisas da vida do outro. O resto eu mesma pude supor, porém em algum momento eu perguntaria a Mierra a respeito. - Eu não sei onde estou com a cabeça! - Mierra descia as escadas segurando duas malas imensas. Mierra foi fofa ao pedir que Georgina separasse coisas para que eu levasse para a comunidade, já que não havia dado tempo de irmos ao shopping como o combinado mais cedo. - Se

