Terror narrando Cheguei tarde pra c*****o na casa do RD. Já tava aquele fuzuê, neguinho pra tudo que é lado. A laje entupida de gente, um aperto do c*****o. Ele disse que era ser só um bagulho mais de boa, mas, como sempre, esse filha da p**a do RD fez o favor de lotar essa p***a. Nunca vi alguém pra gosta de ostentar e bancar geral como ele. Eu sou mais na minha, mas ele gosta desses bagulho assim. Música tá alta pra c*****o, vou subindo até onde ele ta, cumprimentando os aliados pelo caminho. Acho ele sentado na cadeira, sem camisa, bermuda da Lacoste, corrente grossa no pescoço e boné pra trás. Terror: Fala, minha criança. — toquei a mão dele, e ele já se levantou me abraçando rapido, os outros ao redor da mesa de plástico fizeram o mesmo. RD: Achei que não vinha, p***a. — ele puxa

