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1574 Palavras
Capítulo 3 Grecco narrando Jeff tinha razão, a morte de Pedro Henrique e o cancelamento total do acordo feito antigamente pelos chefs de morro com ele, daria a liberdade total aos morro para seguir o próprio caminho. E eu tiraria Maria Izabel das mãos desse filho da p**a do Jean, eu estava observando todos os seus passos, era bem difícil ela sair sozinha de casa, sempre saia com o motorista ou com a filha de Jean, mas eu focava somente em Maria Izabel, em organizar tudo nos mínimos detalhes , porque nada de r**m poderia acontecer com ela. Eu volto para o morro já pensando em tudo que eu ia fazer e encontro Sampaio e ele se aproxima para conversar comigo. —Sampaio – eu falo olhando para ele. —Quanto tempo Grecco – ele responde —Está sumido daqui do morro, mas já estou por dentro de tudo que está acontecendo. —E você acha que vai dar certo? —Acredito que sim – eu o encaro – mas em nenhum momento, Maria Isabel pode sofrer. —Ela não será machucada – ele afirma – queremos apenas atrair o Jean para o morro, atraindo ele, atraímos o Pedro Henrique —E matamos todos eles e depois disso Maria Isabel vai ser solta. —Eu não tenho nada contra ela, quero apenas acabar com esses filhos da p**a. —Isso é a mesma coisa que eu quero – eu respondo para ele - pode contar comigo, me passa o plano , vou estar com você nesse. — Valeu, sei que posso confiar em você – ele fala Eu assinto com a cabeça e ele sai do morro, Jeff sai da boca e se aproxima. — Falou com Sampaio? — Sim – eu respondo para ele – também já fui ver todo o local lá. — Vai ser fácil de pegar ela? — Ela sai apenas com o motorista – eu falo – mas já comprei um dos seguranças que vai me passar todas as informações. Então vai dar certo. — Perfeito – ele fala – Sampaio convidou a gente para ir ao baile final de semana. Vamos brotar lá? — Vamos – eu falo – vou deixar tudo pronto para a distribuição das drogas. Jeff assente e eu encontro Maiara descendo o morro. — Onde você vai? – eu pergunto para ela. — Dar uma volta – ela responde – preciso comprar umas coisas fora do morro. — To de olho em você – eu respondo para ela. — Fica tranquilo – ela fala – tenho juízo meu irmão. — Sei – eu respondo. As vezes sinto que essa garota está aprontando algo mas ainda não sei direito o que. Capítulo 4 Maiara narrando Eu saio do morro e ando um pouco e tinha um carro me esperando, eu entro e dou um beijo nele. — Estava com saudades de você – ele fala — Eu também meu amor – eu sorrio — Alguém viu você saindo? — Só o chato do meu irmão, mas ele nem se importa. Vamos para onde? — Vamos dar uma volta – ele fala sorrindo. Eu e ele a gente tinha um relacionamento escondido, porque como eu era do morro e ele de família importante para que por enquanto não tivesse nem um disse me disse. A gente para em uma casa enorme e e desço, era a casa do seu pai, mas pelo jeito ele naõ estava. A gente desce se beijando. — Eu amo você – ele fala – eu quero que você venha embora comigo. — Eu não sei, meu irmão. — Ele vai entender – ele fala me olhando – ele tem que entender que você quer ser feliz e tenho certeza que ele não irá contra a sua felicidade. — Grecco é minha única família e eu sou a única família dele. — Como disse – ele fala – tenho certeza que ele vai entender o seu motivo e vai querer a sua felicidade, eu te amo meu amor. — Eu também te amo Pedro – eu falo sorrindo e a gente beija. Maria Izabel narrando — Será que esse bolo vai ficar bom? – Karina pergunta — Eu tenho certeza que sim, você tem mãos de fadas Karina. — Aprendi com você, a melhor – ela fala sorrindo — Estou pensando que deveríamos comemorar seus 15 anos que será daqui alguns meses. — Duvido que meu pai vai querer comemorar algo. — Eu converso com ele – eu falo e ela me encara – quem sabe ele deixa a gente viajar com um segurança ou uma governanta. — Quando vamos ser livres? – ela pergunta — A gente é livre – eu falo – seu pai tem um cargo muito importante, ele teme pela nossa segurança. — Está certo – ela fala sorrindo – ainda bem que eu tenho você. Você é importante para mim Maria, é a mãe que eu nunca tive. — Sempre estarei aqui minha menina – eu sorrio. — Olha só encontrei vocês – Samanta a governanta fala – que cheiro delicioso de bolo. — Karina que está fazendo. — Nossa – ela fala – vai ficar muito bom. Maria Izabel, Jean está te chamando no escritório. — Claro – eu respondo – já vou até lá, eu já volto. — Ok – Karina fala. Eu saio da cozinha pensando em Samanta que era nosso alicerce dentro dessa casa, além de mim, ela era a pessoa aque Karina mais confiava. Eu entro dentro do escritório e Jean estava no seu notbook. — Me chamou meu marido – eu falo entrando — Irei viajar – ele fala – volto apenas no outro domingo. — Todo esse tempo fora? — Será necessário – ele fala -q uero que você e Karina evite sair de casa para futilidade, vai estar acontecendo algo muito sério entre os morros aqui do Rio de Jaaneiro e quero vocês em segurança, você sabe Karina é alvo fácil para os inimigos. — Fique tranquilo, vamos evitar sair – eu respondo — Perfeito -ele fala e eu sorrio para ele. Capítulo 5 Grecco narrando Era o dia do baile no morro do Alemão e a gente estava por cá, conversando em uma roda. — Faz tempo que não aparecia por aqui – Alana fala — Faz mesmo – eu respondo A gente fica ali trocando ideias e falando sobre carregamento, armamento mas nada do plano, até porque a gente não falava isso na frente das mulheres, Alana e Sabrina que era a irmã de Sampaio estão aqui. Na roda estava eu, Sampaio, Jacaré, Jeff e Joca. Eu vejo uma garota em um canto do camarote conversando com a Sabrina depois de um tempo, ela encarava a gente aqui e eu a a encarava, uma garota bonita, com um sorriso malicioso no rosto do jeito que eu gostava. — Quem é? – eu pergunto — Ester – Joca fala – irmã do JP – Sampaio em encara — Essa é a famosa Ester – eu falo — Em carne e osso – Jacaré fala — Bem que disseram – eu falo levando o copo de bebida na boca e olhando ela. Sampaio e Alana se levantam e o grupinho acaba acabando porque cada um vai para um lado e eu me levanto indo em direção aquela garota, ela abre um sorriso quando eu me aproximo dela. —E ai – eu falo me aproximando – é nova por aqui? —Nem tão nova, já estou aqui a um tempo – ela responde. —Joca disse que você é irmã do JP . —Prefiro ser conhecida por ser uma grnade gostosa e não por ser irmã daquele filho da p**a – eu abro um sorriso para ela. —Grecco . —Ester ,já estou sabendo quem você é. —É mesmo? —Sim —Também estou sabendo quem você é – —Espero que isso não atrapalhe a gente essa noite. —Nem pensar A gente começa a se beijar. —Vams para outro lugar – eu falo para ela. —Tem um lugar aqui atrás. – ela fala sorrindo e a gente sai dali no meio do camarote. A gente sai se beijando e vamos em direção a uma salinha, a gente eentra e eu eu jogo ela contra a parede, eu desço minha boca pelo seu corpo beijando ele lentamente , eu pego a c*******a no bolso e abro meu calção, ela abre a c*******a e começa a colocar, eu levanto seu vestido e começo a beijar os seus s***s, ela começa a b*******a p*****a em meu p*u, eu viro ela de costa e empina a b***a para mim, eu prendo seu corpo contra a parede e vou penetrando lentamente ela, depois vou aumentando o ritimo e começo a estocar ela com força, segurando em sua cintura, ela vai cada vez mais empinando a b***a e se segurando na parede. Até que a parede cai com tudo e euc aio por cima dela, caindo no meio do camarote, o camarote inteiro para para nós ver. —p***a essa parede aqui é de papel c*****o – eu falo nervoso me levantando e vendo que todo mundo estvaa olhando, até mesmo Sampaio. —Nem t*****r mais em paz podemos – Ester fala – se alguém queria participar deveria ter batido na porta – ela comenta. Eu ajudo ela ajeitar seu vestido e saímos do camarote descendo até
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