Dívida de Sangue

679 Palavras

Ele atravessou o escritório e abriu um fundo falso numa estante, retirando um arsenal: fuzis e munição. Ele trabalhava com uma eficiência mecânica, ignorando o sangue que voltava a manchar o seu abdómen. — Vá buscar a Sofia — ele ordenou. — Leve-as para o porão fortificado. Há uma porta de aço atrás da prateleira de vinhos. Se a porta não se abrir em duas horas, há um túnel que sai perto de um riacho. Pegue o carro escondido e fuja. Nunca olhe para trás. — Eu não vou deixar-te sozinho! Ele segurou o meu rosto com as mãos que cheiravam a óleo de arma. — Elena, ouça-me. Você e Sofia são a única parte de mim que ainda é limpa. Se eu perder vocês, não sobrará nada. Agora, vá! Corri para o quarto de Sofia. O corredor parecia ter quilómetros. Entrei no quarto e vi a pequena dormindo. O meu

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