capítulo 18 GV

846 Palavras
Depois que a Dora demorou horrores para chega na obra, finalmente ela chegou e conseguimos arrumar tudo. E nós despedimos e ela foi para casa, eu fui para a boca. Mais resolvo não ir, quero ir para casa ficar com minha gata hoje. Dou meia volta enfrente a boca e vou descendo para casa, chego lá, deixo minha moto na garagem e vou indo para dentro de casa. Escuto barulho vindo do banheiro aqui de baixo. E quando eu olho a Dora estava passando m*l. Seguro o cabelo dela e ela termina. Fomos para o quarto e ela tomou banho. E deitamos na cama. Ela pediu para eu comprar pizza e comprei. Não demora muito chegou e fui lá buscar e ela passa m*l novamente. Ela falou que não e nada, mais mesmo assim vou marca um médico para ela. Depois que um tempo fomos arrumar para ir pera o baile. Chegamos lá tinha muita gente. Passei minha mão pela cintura dela e fomos andando até o camarote. Mais antes de chegar a meda da Érica aparece. Érica- Dora oque aconteceu? Você sumiu? Dora- amiga, aconteceu tantas coisas. GV- vamos Dora agora. Dora- não, quero falar com ela primeiro. GV- tô lá encima, não demora. Dora- okay. GV- saio e deixo elas lá. Subo para o camarote e vou comprimento as pessoas. Sento lá na mesa com o jacaré ele e o dono de uma facção de são Paulo que está a passeio aqui no Rio. Somos aliados. Ficamos ali conversando. Até o RC chega. RC- chefe. O senhora precisa ver isso. GV- já levanto doido e vou para a grade. Quando chego lá, vejo um cara tentando agarrar a Dora. Desso as escadas do camarote correndo e vou ao encontro dela. Pego o cara pelo braço e jogo no chão. --- que p***a tá acontecendo aqui? Dora- eu estava aqui e ele chegou me agarrando. Corro para o lado do GV e começo a chorar e o abraço. Homem- achei que ela era solteira mano. GV- você e de onde? Homem- tô com o jacaré. GV- o jacaré chega. Jacaré- você e louco em rapaz, você não está em casa não. Chega aqui querendo mexer com a mulher do dono da quebrada. GV- pois é. Você pega ele e resolve. Não quero ele mais na minha favela Jacaré. Manhã nos conversa lá na boca e nos acertamos. Vou levar minha mulher para casa. Saio eu e Dora, falo para ela. --- não vai acontecer mais nada com você não meu amor. Dora- eu tive tanto medo de você não chegar e ele fazer alguma coisa comigo. GV- jamais vou deixa ninguém fazer nada com você meu amor. Fomos em direção ao carro, no meio do caminho sentimos um cheiro muito forte de maconha. A Dora começa a passar m*l. Dora- quando sentir o cheiro comecei a vomitar. GV segura meu cabelo. --- desculpa. GV- tudo bem queria, vou aqui comprar uma água, de lá tô te olhando viu. Dora- não demora por favor. Quando ele sai me senti muito fraca, sinto minhas pernas se acabar e quando acordo estou nos braços de um homem. --- GV cadê você? GV- saio e deixo ela lá em pé, foi comprar uma água, de onde eu estava dava para ver ela. Se destruir pegando o dinheiro e entregando o moço da banca. Quando olho vejo a Dora deitada no chão com um homem segurando parte do corpo dela. Na hora penso, meu Deus Oque aconteceu? Saio correndo --- Oque aconteceu? Tô aqui minha linda. Homem- ela desmaiou e ia cair no chão eu a segurei antes que ela se chocasse ao chão. GV- valeu mano. Vamos Dora para o hospital. Pego ela no colo e coloco no carro, entro e ligo o carro, fomos direto para o hospital. Ela foi o caminho todo meia sonolenta. Chegamos lá no hospital já entrei direto para uns do consultório e logo o médico apareceu. Médico- boa noite. Dora você! Dora- oi. Falo so assim, pois comecei a sentir fortes dores no pé da barriga. GV- examina logo ela aí p***a. Médico- Dora, oque você está sentindo? Dora- estou passando muito m*l, mais cedo eu desmaiei e agora estou começando a sentir pontadas no meu pé da barriga. Médico- vou te examinar. Levanta sua roupa, deixando sua barriga amostra e vou pedir um exame de sangue Dora- nem vem, eu não tô grávida, para pedir exame de sangue. Médico- para desencargo de consciência então. GV- ela não tá grávida não. Ele examinou ela e falou para ela aguarda o resultado do exame de sangue. Não demorou muito uma enfermeira chega. Vanessa- boa noite. Vim colher a amostra de sangue. Dora- não tinha outra filha de Deus para faz isso não. Logo você. GV- deixa ela fazer seu trabalho Dora. Dora- vai defender ela agora? GV- não tô defendendo ninguém. E colhe logo a p***a desse sangue e some daqui. Vanessa- estende o braço por favor. Dora- achei estranho, ela ter colhido e saído sem falar nada. Não demora muito o médico chega
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