Depois que a Dora demorou horrores para chega na obra, finalmente ela chegou e conseguimos arrumar tudo.
E nós despedimos e ela foi para casa, eu fui para a boca.
Mais resolvo não ir, quero ir para casa ficar com minha gata hoje. Dou meia volta enfrente a boca e vou descendo para casa, chego lá, deixo minha moto na garagem e vou indo para dentro de casa.
Escuto barulho vindo do banheiro aqui de baixo.
E quando eu olho a Dora estava passando m*l.
Seguro o cabelo dela e ela termina.
Fomos para o quarto e ela tomou banho.
E deitamos na cama. Ela pediu para eu comprar pizza e comprei.
Não demora muito chegou e fui lá buscar e ela passa m*l novamente.
Ela falou que não e nada, mais mesmo assim vou marca um médico para ela.
Depois que um tempo fomos arrumar para ir pera o baile.
Chegamos lá tinha muita gente.
Passei minha mão pela cintura dela e fomos andando até o camarote.
Mais antes de chegar a meda da Érica aparece.
Érica- Dora oque aconteceu? Você sumiu?
Dora- amiga, aconteceu tantas coisas.
GV- vamos Dora agora.
Dora- não, quero falar com ela primeiro.
GV- tô lá encima, não demora.
Dora- okay.
GV- saio e deixo elas lá.
Subo para o camarote e vou comprimento as pessoas.
Sento lá na mesa com o jacaré ele e o dono de uma facção de são Paulo que está a passeio aqui no Rio.
Somos aliados.
Ficamos ali conversando.
Até o RC chega.
RC- chefe.
O senhora precisa ver isso.
GV- já levanto doido e vou para a grade.
Quando chego lá, vejo um cara tentando agarrar a Dora.
Desso as escadas do camarote correndo e vou ao encontro dela.
Pego o cara pelo braço e jogo no chão.
--- que p***a tá acontecendo aqui?
Dora- eu estava aqui e ele chegou me agarrando.
Corro para o lado do GV e começo a chorar e o abraço.
Homem- achei que ela era solteira mano.
GV- você e de onde?
Homem- tô com o jacaré.
GV- o jacaré chega.
Jacaré- você e louco em rapaz, você não está em casa não. Chega aqui querendo mexer com a mulher do dono da quebrada.
GV- pois é. Você pega ele e resolve. Não quero ele mais na minha favela Jacaré.
Manhã nos conversa lá na boca e nos acertamos.
Vou levar minha mulher para casa.
Saio eu e Dora, falo para ela.
--- não vai acontecer mais nada com você não meu amor.
Dora- eu tive tanto medo de você não chegar e ele fazer alguma coisa comigo.
GV- jamais vou deixa ninguém fazer nada com você meu amor.
Fomos em direção ao carro, no meio do caminho sentimos um cheiro muito forte de maconha.
A Dora começa a passar m*l.
Dora- quando sentir o cheiro comecei a vomitar.
GV segura meu cabelo.
--- desculpa.
GV- tudo bem queria, vou aqui comprar uma água, de lá tô te olhando viu.
Dora- não demora por favor.
Quando ele sai me senti muito fraca, sinto minhas pernas se acabar e quando acordo estou nos braços de um homem.
--- GV cadê você?
GV- saio e deixo ela lá em pé, foi comprar uma água, de onde eu estava dava para ver ela.
Se destruir pegando o dinheiro e entregando o moço da banca.
Quando olho vejo a Dora deitada no chão com um homem segurando parte do corpo dela.
Na hora penso, meu Deus Oque aconteceu? Saio correndo
--- Oque aconteceu? Tô aqui minha linda.
Homem- ela desmaiou e ia cair no chão eu a segurei antes que ela se chocasse ao chão.
GV- valeu mano.
Vamos Dora para o hospital.
Pego ela no colo e coloco no carro, entro e ligo o carro, fomos direto para o hospital.
Ela foi o caminho todo meia sonolenta.
Chegamos lá no hospital já entrei direto para uns do consultório e logo o médico apareceu.
Médico- boa noite.
Dora você!
Dora- oi.
Falo so assim, pois comecei a sentir fortes dores no pé da barriga.
GV- examina logo ela aí p***a.
Médico- Dora, oque você está sentindo?
Dora- estou passando muito m*l, mais cedo eu desmaiei e agora estou começando a sentir pontadas no meu pé da barriga.
Médico- vou te examinar.
Levanta sua roupa, deixando sua barriga amostra e vou pedir um exame de sangue
Dora- nem vem, eu não tô grávida, para pedir exame de sangue.
Médico- para desencargo de consciência então.
GV- ela não tá grávida não.
Ele examinou ela e falou para ela aguarda o resultado do exame de sangue.
Não demorou muito uma enfermeira chega.
Vanessa- boa noite.
Vim colher a amostra de sangue.
Dora- não tinha outra filha de Deus para faz isso não.
Logo você.
GV- deixa ela fazer seu trabalho Dora.
Dora- vai defender ela agora?
GV- não tô defendendo ninguém.
E colhe logo a p***a desse sangue e some daqui.
Vanessa- estende o braço por favor.
Dora- achei estranho, ela ter colhido e saído sem falar nada.
Não demora muito o médico chega