capítulo GV 14

2101 Palavras
Acordei e olhei ao meu lado e ela não estava, sai do quarto e fui ao banheiro, fiz minha higiene pessoal e foi a cozinha, cheguei lá ela estava preparando nosso café --- bom dia, gostei da sua blusa. Tomamos café e vou até o quarto pegando minha bermuda, Glock e rádio e saindo. GV- devolve minha blusa que preciso ir para boca. As 19:00 venho te pegar. Ela fez uma carinha de manha Dora- você vai querer meu novo baby doou mesmo? GV- não faça essa carinha não. Pode ficar. Vou lá e beijo ela. Nós despedimos e fui para casa pegar uma blusa para me. Chego em casa comprimentando os Vapores e entro na garagem, vou direto entrando em casa Júlia- nossa nem em casa tá dormindo mais. A coisa tá ficando séria. GV- olha Julia, não viaja. Júlia- fiquei sabendo do barraco da Larissa, Estou impressionada com vc, sempre gostou de mulheres com corpos esculturais. GV- mais hoje não. Júlia- a mina, mais conhecida como Dora está quebrando o gelo do seu coração. GV- vai toma no cu Julia e me deixa em paz. Júlia- só não faça ela sofrer, eu estudei com ela. E sei como ela já sofreu nessa vida. GV- pode deixa. Falo isso indo em direção as escadas, subo e vou para meu quarto deixo minha Glock e meu rádio na mesa de canto .Entro no banheiro e tomo um banho lembrando de tudo que tinha acontecido e acabo o banho, vou para o closet e pego uma cueca para vestir, uma bermuda e blusa. Coloco minha Glock e meu rádio na cintura Vou saindo do quarto e descendo as escanda, vou para a garagem, pego minha moto e vou para a boca, chega lá comprimentando os Vapores. E vou para minha sala. Estou lá trabalhando e não demora muito a Manuela entra na minha sala. Manuela- oi gostoso, não me procura mais. GV- Oque você p***a, some da minha sala. Manuela- vim aqui te ver. GV- ela fala isso e senta no meu colo e fica esfregando a b***a no meu p*u que logo dá sinal de vida. Não queria que isso acontecesse mais a carne e fraca. Manuela- Olha, tinha alguém com saudades de mim. GV- se abaixa agora. Rapidamente ela fica de joelho, tiro meu p*u para fora da bermuda e ela começa a chupar, fica ali chupando até eu gozar tudo na boca dela. --- agora vaza daqui. Manuela- não, eu tbem quero. GV- nao. Já falei que não. Tiro 150,00 reais da carteira e dou para ela. Ela sai bufando. Fico ali resolvendo as coisas e olho a hora já são 15:30 e não comi nada não alendo do café Vou levantar e saindo da boca e indo em direção a praça comer cachorro quente. Chego lá e peço dois. Não demora muito a Larissa chega e senta no meu colo. --- some daqui p***a. Larissa- porque está me trocando pela aquela gorda GV- não te devo satisfação. Larissa- nossa amorzinho. GV- antes que eu pudesse responder, olho para frente vejo Dora na hora ela sai correndo em direção a casa dela. Eu empurro a Larissa no chão e subo na moto --- tia, depois passo aqui e pago o cachorro quente. Ligo a moto e vou procurar a Dora no meu da rua e não encontro. Vou olhando os becos até encontro ela sentada em uma calçada chorando muito. Desço da muito. Dora- Some daqui agora GV, nunca mais quero olhar para sua cara. GV- eu estava mandando ela levantar do meu coloco. Dora- eu confiei em você, me entrei para você ontem e hoje você tá sentada com uma das suas putas na praça para todo mundo ver. GV- eu já falei que estava mandando ela sair. Acredita em me porra.. Dora- como? Mais agora que lembrei, não posso te cobrar nada, não temos nada sério. GV- ela me fala aquilo e se levanta dando as costas para me. Pego ela pelo braço e escosto na parede. --- Nunca mais me der as costa. Você tá me ouvindo. Dora- Depois de tudo vai me bater também, igual faz com suas putas? GV- Jamais vou encosta um dedo em você,só não me desafia. Falo isso e dou um beijo nela e ela retribui, pensa em um beijo bom. Paramos pela falta de ar. Não mora muito a p**a da Larissa chega gritando. Larissa- Não acredito que está comendo a santinha nós becos! E não acredito que me deixou para vim atrás dessa gorda. GV- nessa hora vejo uma lágrima escorrer pelos olhos de Dora novamente. Em um empusso pego a Larissa pelos cabelos e jogo ela no chão. Pego meu rádio. --- BR vem aqui no beco da 23 agora. A Larissa tenta se levanta e dou um chupe na cara dela. Não demora muito ele chega. BR- fala feche. GV-. Pega a Larrisa e leva para a salinha, amarra ela e me esperar que tô chegando lá. O mesmo faz isso. Olho para trás e vejo a Dora sentada no chão chorando muito. Abafando os gritos com a mão. Vou até ela e me abaixo puxando ela para meus braços. --- ela nunca vai falar mais nada com você. Dora- oque você viu em me? Não sou tão bonita, depois que te contrei minha vida virou do avesso. GV- desculpa por bagunça sua vida, mais não consigo ficar longe de você mais. Nesse momento ela olha para me e abre um sorriso. Dora- sei que nosso lance está recente, mais também não consigo ficar longe de você. GV- vem, deixa eu cuidar de você hoje. Dora- também. GV- levando ela e subo na moto, ela vem subindo também. Vou em direção a minha casa e todos nós olha onde passamos. Chego em casa e comprimento os Vapores e vou deixando a moto na garagem. Descemos e fomos entrando em casa. Júlia- Dora amiga, quanto tempo! Dora- Ei Julia, pois é você não sai mais de casa. Júlia- meu irmão e o BR não deixa eu sair. GV- vocês são amigas? Dora- nós estudamos juntas, só andávamos juntas na escola.e depois do terceiro ano ela sumiu e nunca mais vi ela. Júlia- Meu Deus como era bom. GV- Julia fica aqui com a Dora rapidinho que tenho que ir resolver um B.O. Dora- se quiser ir para meu quarto a Júlia te mostra onde é. Cadê a chave da sua casa, vou passar lá e pegar roupas para você. Dora- coloca minha moto para dentro, a chave tá na primeira gaveta do guarda roupa. Júlia- nossa a coisa tá mais séria doque eu pensava. GV- antes que eu respondesse a Dora responde. Dora- Não viaja Júlia. GV- dou um selinho na Dora e saio daqui, deixando elas duas juntas, vou para a boca, vou chegando e comprimentando os Vapore, vou direto para a salinha onde a Larissa tá. Abro o BR tá sentado mexendo no celular e ela lá tentando seduzir ele. --- você e p**a mesmo neh Larissa. Larissa- Aí amor você tá me trocando por aquela p**a gorda, então tenho que arrumar outro boy. BR- esse boy aqui tem dona. Larissa- eu não sou ciumenta. Quero ver se você vai gostar tanto dela depois que ela ter esse bebê, cheia de estria, gorda. GV- BR levante de uma vez e da um murro no olho dela. Ela geme de dor. Eu aproximo dela e dou outro. --- Nunca mais olho nem.para a cara da Dora, se você ver ela na rua. Muda de lado.Passa por outra rua. Se eu pelo menos sonha que você oolhando para ela, eu acabo com você. Ela fala chorando. Larissa- você tem alguma coisa com ela? GV- não te enterressa p***a. BR pega a maquininha. Larissa- meu cabelo não por favor. GV- vou fazer um corte xique em você kkkk Pego a maquininha e dou a primeira passada no cabelo dela. ---Toma BR não tenho paciência dessa p***a não. Ela chorava desdeperada. BR- vou matar minha vontade de te deixa careca p**a desgraça. GV- depois que acabar tira a roupa dela e deixa ela na praça. BR- isso vai dá B.O para me moço. GV- pego o rádio chamando dois vapores. Eles entram na sala. --- na hora que ele termina aí vocês pegam ela e leva ela para preca, mais antes tiram a roupa dela.Melhor rasguem a roupa dela. Eles concordam e eu deixei eles lá. Indo para minha moto, subo nela e vou para a casa da Dora.Chego lá e vejo uma menina no portão batendo . Paro de desço da moto. --- Ela não está em casa! Falo e a mesma me olha com um olhar de susto e eu abro a porta. E ela vem atrás de me. Érica- oque você fez com minha amiga seu desgraçado GV- pego ela pela garganta e levanto na parede. --- Olha oque você fala comigo sua p**a do caraio. Ela está muito bem só para você saber. Desço ela e ela fica me olhando. Assutada. Érica- E onde ela está? GV- Não te enterressa. Agora vasa aqui sua p**a. Ela sai de lá correndo. Vou no quarto pegando a chave da moto, Vou lá fora, pegando a moto da Dora e colocando para dentro. Coloco a chave no mesmo lugar. Pego uma bolsa que está na cadeira no canto do quarto e abro o guarda roupa pegando algumas roupas. Pego também umas langerir. Não sou b***a nem nada, escolho as que eu quero que ela vista kkkk Saio do quarto e vou até a cozinha pegando um copo de água e bebo. Vejo que ela tinha tirado um frango do congelador e vou colocando de novo. E vou para a porta da frente para sair. Saio e tranco a porta da casa dela, subo na minha moto indo em direção a minha casa. Chego lá deixando minha moto na garagem e vou para dentro de casa. Entro e não vejo ninguém na sala, vou subindo as escadas em direção ao meu quarto e não vejo ela ela. Deixo a bolsa dela encima da cama e já começo a fica preocupada. E vou descendo as escadas e sinto um cheiro bom vindo da cozinha. Vou até lá e vejo ela e Júlia na cozinha Dora está fazendo alguma coisa e Júlia tá sentada e elas estão sorrindo muito. Chego perto. Dora- Oi, deu certo lá em casa? GV- deu sim, consto nela e dou um selinho. Vejo que ela tá fazendo a cobertura para colocar em um bolo de cenoura. E eu amo bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Júlia- Meu Deus eu tenho uma cunhada. Dora- Não exagera Júlia. GV a Júlia falou que você amava bolo de cenoura, então eu fiz para você. GV- Gosto muito mesmo. Ela termina de fazer e nos sentamos para comer. --- está muito bom. Como logo 4 pedaços enorme. Júlia- eita Cunhada, tá muito gostoso. Dora- Não viaja Júlia, não sou sua cunhada. Obrigada. GV- na hora que ela fala isso eu fico olhando para ela. Caramba eu amo ela, mais não posso falar nada. Terminamos de comer. Dora- como combinado, você lava as louça dona Júlia. Júlia- Só vou lavar por que seu bolo saiu divino. GV- e você dona Dora vem comigo. Pego ela pela cintura e fomos subindo as escadas. Chego no quarto e vou beijando ela e deitando ela na cama. Não demora muito vejo os barulhos dos fogos, meu rádio toda. Vapores- chefe, GV, chefe. GV- levanto rápido e vou para a sacada do quarto deixando ela na cama. --- Oque aconteceu mano? Vapores- os canas estão invadindo. GV- mata todos os canas que vê pela frente. Já tô chegando. Não demora muito a Júlia entra desdeperada no quarto chorando. E abraça a Dora que tá muito nervosa. Vou até meu closet pegando meu fuzil e colocando nas costa e pego duas armas e volro para o quarto. --- vem comigo agora. Elas levanta e vão atrás de me. Entro em um quarto onde tem um cofre. Ele entra. --- vocês só abre se for eu ou o RC, BR. Fora isso não abre para ninguém essa porta, vou travar e só vai ser aberta por dentro. abro um armário. --- aqui tem comida e nesse tem arma. Se alguém tentar alguma coisa. Mata mesmo. Dora me olha assustada. Dora- Volta para me por favor. GV- sempre minha valente. Saio dali e tranco o cofre e vou descendo as escadas correndo, pego minha moto e vou para perto da entrada. Vejo várias pessoas correndo. tem parte 2
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