As arquibancadas se encontravam lotadas pelas figuras ilustres da máfia. Era irônico que a igreja naquele momento estivesse habitada por pessoas que não merecessem pisar num local sagrado. Indivíduos sanguinários que possuíam mãos sujas de sangue, ambiciosos e movidos unicamente pelo dinheiro. Traficantes de drogas, cafetões de prostíbulos infantis, donos de cassinos usados para lavagem de dinheiro, trabalhadores ilícitos e pecaminosos. Alguns mantinham vínculos religiosos, nada que pudesse ser realmente levado a sério, pois rezar para a salvação não lhes garantiriam o paraíso, as suas almas já estavam podres a ponto de a passagem para o inferno ser a única conjectura. Os Camorra ocupavam as duas primeiras bancadas da esquerda, a única que não estava presente da tradicional família mafios

