CAPÍTULO 47

1429 Palavras

Bruna queria ir nesse tal rolê aí, não neguei. Depois de tudo que a gente passou, precisava de uma distração, uma noite leve, um samba no pé e a cabeça longe dos últimos meses. E claro, ver minha pequena toda produzida, batom vermelho, perfume marcante… quem sou eu pra reclamar? Ficamos de encontrar o pessoal por lá. Ayla e Rafael já tinham avisado que iriam direto, e Jaqueline foi conosco. As duas não paravam de falar no carro e eu gostava. Era bom ouvir a animação, o riso solto. Coisa que há pouco tempo parecia impossível. Assim que estacionamos e chegamos no local, pra minha surpresa, lá estava ela: minha irmã, toda sorrisos, de mãos dadas com ninguém menos que o Dr. Alexandre, sim, o médico que tinha me operado quando fui baleado. Me aproximei, surpreso. - Veja só... se não é o dou

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