CAPÍTULO 49

1449 Palavras

O vestido dela se desfez nas minhas mãos como se tivesse sido feito pra isso pra eu arrancar. Ela arqueou o corpo contra o meu, e por um segundo, o mundo calou. Era só ela... e eu... e a raiva misturada com amor, medo e saudade. Apoiei ela na parede, nossas respirações se chocando, os corpos se encaixando como se estivessem voltando pra casa. Não era carinho que a gente queria. Era força, era verdade, era aquele sentimento bruto que só a gente entendia. Ela mordia o lábio, os olhos marejados, e mesmo assim sorria de canto. Desafiadora. - É isso que você quer? - pergunto com a voz rouca, sem tirar os olhos dela. - Quero você... assim... por inteiro - ela sussurra, segurando firme nos meus ombros. Procuro o meu cinto e o botão da minha calça... Assim que abro, dou liberdade ao meu paü.

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