CAPÍTULO 61

875 Palavras

Marcelo era doido. Voltamos do exame com ele batendo no volante como se tivesse ganhado na Mega-Sena. Cantava, fazia batuque no painel, falava com Arthur como se o menino tivesse entendido o peso daquilo tudo: - É menina, moleque! Você vai ter uma irmãzinha! Arthur ria, animado. Batia palmas no banco de trás. - Mas ela pode dormir no meu quarto se quiser que eu protejo ela igual você proteje minha mamãe... - ele soltou de repente, do nada. - A cama é grande. Marcelo quase chorou de novo só com isso. Ao chegar na casa de Dona Lúcia, ele nem fechou a porta direito. Saiu do carro parecendo um foguete. - É menina, mãe! Terei uma menina! Uma princesinha, nossa Lís! - ele diz antes mesmo de termos decidido o nome de verdade, e a abraça com uma empolgação que contagiava. Dona Lúcia quase c

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