CAPÍTULO 59

1391 Palavras

A vida tinha me dado uma trégua e dessa vez, eu ia aproveitar até a última gota. O final de semana em Angra estava sendo mais que um presente: era sonho bom de olhos abertos. Depois daquele café cheio de carinho e olhares apaixonados, resolvi que era hora da gente se jogar no mar. Marcelo já tava se coçando, feito criança em véspera de praia. Vesti meu biquíni que de “comportado” não tinha nada, vamos ser honestas. Eu podia estar grávida, mas minha vaidade ainda estava em dia. O biquíni era branco, de lacinho, marcando bem cada curva. Não era vulgar, mas… digamos que não escondia nada. Só ouvi o barulho da xícara de Marcelo batendo de leve na mesa quando ele me viu. - Você tá de s*******m comigo, né? - ele disse, já me olhando de cima a baixo com aquele olhar de predador domesticado. -

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