MARIANNA THOMÁZ Ainda estávamos ofegantes, colados, suados, derretendo um no outro. — Não sabe o quanto é bom estar com você, Marianna. — Eu também gosto de estar com você. — confesso, tirando alguns cabelos grudados na testa de Gabriel, pelo suor recente. — Vou fazer você, amar a minha compainha a ponto de não suportar nenhum outro homem ao seu lado, assim como fez comigo. — Eu fiz? — Sim, fez, desde os meus doze anos só uma mulher está na minha mente e as outras não consigo nem ter um diálogo direto que não for de forma profissional, ou forçada. — Você diz isso, como se fosse verdade, que é obcecado por mim, desde que me viu a anos atrás, como pode? Você era uma criança. — Você me fez entender o amor naquele dia, ou a obsessão, mas pra mim os dois tem o mesmo sentido. — BEM AÍ

