MARIA CLARA CAMPOS A reunião se arrastou por duas horas, e por todo esse tempo eu sentia o olhar furioso de Massimo em cima de mim e por mais que eu não queira admitir, foi difícil fingir que a presença dele, sentir o olha dele, o cheiro, foi sufocante e complicado de fingir que não me atingia. Quando acabou, eu saí o mais rápido possível e aproveitei que ele ainda tinha que conhecer os demais funcionários e voltei para o hotel, quando cheguei no meu quarto, tirei a minha roupa e fui para o banheiro tomar um banho gelado. Solto uma respiração pesada. — O que ele está fazendo aqui? Porque se tornar sócio da empresa em que eu vou trabalhar? Isso é para me manter perto? Me controlar? Deus! Esse homem é um poço de ações imprevisíveis.— murmuro para mim mesmo. Ao menos vou poder ver Penel

