Olhava pela janela, em busca de uma solução, para algo que já estava resolvido. Mas, era uma solução dura demais, para que eu aceitasse. Era minha culpa que Audrea parecesse feliz em seguir em frente, mas, por mais que eu tenha dito para que ela seguisse seu caminho; tinha esperanças de que ela me esperasse no meio do caminho. Tolo – digo a mim mesmo. Ela tinha razão. Não podia esperar por alguém que não sabe o que quer. Sim, tinha feito uma escolha, e depois de tantos anos, eu estava amaldiçoando-a. Maldita hora em que fizera decidira ser Padre. Maldito seja o dia em que vi-me obrigado a aceitar o sacerdócio, e assim, jamais tê-la para mim. – Padre Albert – meus pensamentos são interrompidos quando ele entra em minha sala – podemos conversar? Assento e ele entra. – Albert, quero pr

