MIGUEL NARRANDO: Ela ficou me olhando e depois olhou pra baixo. Miguel: Por quê? Juliana: Nada sério, já passou. Fiquei encarando ela, bem sério e ela revirou os olhos. Juliana: Eu tava com dor Miguel, a neném tava mexendo muito e eu tava com umas pontadas no pé da barriga. Miguel: Como tu me fala que isso não é sério? Tu tá doida? Tu foi no médico? Juliana: Eu liguei pro Sérgio, ele pediu pra eu fazer um exercício de respiração. Começou de madrugada, ele não podia me atender pessoalmente. Miguel: Não podia o que? Eu pago essa fortuna pra ele não poder te atender? Ele tem que brotar na hora que tu chamar, tomara que minha filha venha bem de boa ou eu mato ele. Juliana: Miguel, não força. Ele me ajudou do jeito que dava. Miguel: Ele tinha que fazer o impossível! - Falei puto. Ela

