Peças em movimentos

1112 Palavras

Márcia se encontrava em um estado de torpor emocional, incapaz de encarar a realidade brutal do que havia feito logo após a morte de seu filho Christian. Enquanto a cerimônia fúnebre prosseguia ao redor do caixão, ela permanecia distante, seus olhos evitando qualquer contato com caixaõ que continha o corpo sem vida de seu amado filho. A culpa a atormentava implacavelmente, pesando sobre seus ombros e corroendo sua alma. Ela ansiava por derramar lágrimas, deixar as emoções fluírem, mas parecia incapaz de fazê-lo. Os amigos e familiares se reuniram ao seu redor, expressando condolências e palavras reconfortantes, mas Márcia manteve sua máscara de pedra. Ela não queria que ninguém visse a verdade que a consumia por dentro. A lembrança do que fizera naquela noite fatídica era uma mancha n***a

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