Conforme o tempo passava, uma dor alucinante começou a tomar conta de Ryan. Ele nunca pensou que amar alguém pudesse doer tanto. A saudade de Lis estava abrindo um buraco profundo em seu peito, e a incerteza do seu paradeiro só tornava a situação ainda mais insuportável. A cada telefonema rastreado no celular de Hanna, que não se mostrava relacionado às garotas desaparecidas, Ryan se afundava mais e mais no sentimento de perda. Cada vez que o celular tocava e a voz de Hanna não anunciava a notícia que ele esperava, uma sensação de desespero crescia dentro dele. Era como se a angústia e a incerteza estivessem corroendo sua alma, dia após dia. A espera angustiante e a sensação de impotência o faziam questionar tudo. Ele questionava se alguma vez deveria ter se afastado de Lis naquela noite

