— Esse médico deve estar fabricando o próprio cérebro, só pode! — reclamei sentindo o cansaço de ficar só deitada. Ivan e Dalamon quase dividiram a mesma poltrona só para ficar perto de mim e as meninas não paravam de nos encarar. Forcei o corpo para levantar e um gemido escapa de meus lábios, minha cabeça estava pesada e a língua formigando. Dalamon estava com a cabeça apoiada nos braços quando ergueu para poder me analisar. Ivan levantou-se ajoelhando ao meu lado. — Quer alguma coisa? — olhei Dalamon pela visão periférica ficar vermelho. Mordi os lábios gostando da situação. — Água. — respondi. — E outro beijo. — Se beijar ela, te coloco na cadeia cara! — ele iria se levantar para sair no soco quando a porta é aberta pelo meu salvador e idolatrado médico. Ele sim merece um beijo!

