Capítulo 6.

720 Palavras
Bom, chegou o domingo e a Carol falou que queria e ir a praia e me chamou, eu como não sou boba nem nada, aceitei, claro! Quando acabamos de se vestir, tiramos altas fotos. Carol tá sempre enchendo meu saco pra tirar fotos, p**a que pariu. Pegamos nossas coisas e fomos para a praia de ônibus mesmo. Gente do céu, tava muito cheio, sério mesmo. Quando chegamos na praia já fomos logos arrumando as coisas, coloquei uma canga na areia e me deitei, fiquei tomando um banho de Sol, Carol ficou do meu lado, mas sentada. - Amiga, como foi com a minha mãe? ela tava acordada? - Carol falou sobre quando eu cheguei do baile. - Perguntou onde você tava, mas fica de boa porque eu menti, ela pensou que você tava na casa de uma amiga. Você tá me devendo uma, baby! - Falei com ela. - c*****o, você é f**a. Sai fia, devo nada! - Nós rimos. Ficamos em silêncio um tempo, mas depois Carol me avisou que ia entrar no mar e eu abri meus olhos, fiquei sentada. Ela parecia uma sereia, lindíssima demais, af! depois de um tempo ela voltou toda molhada e rindo, então foi minha vez de ir! eu deixei as coisas com ela e entrei no mar, dei um mergulho e fiquei pulando as ondas, mas teve uma vez que sem querer eu esbarrei em alguém e quase caí. - Opa, toma cuidado, moça! - Um homem bonito falou. - Eita, me desculpa! tá tudo bem? - Perguntei. - Sim, não se preocupe. E você? tá bem? - Tô sim. - Então, quer tomar uma água de coco? para me desculpar? - Mas foi eu que esbarrei em t... - Ele me interrompeu. - Poxa moça, só aceita vai! - Ele riu mostrando seus dentes perfeitos. Acho que eu estou apaixonada, p**a que pariu! Deus me leva... não pera, me leva não, preciso sentar muito ainda. - Ok então! - Sorri pra ele. Então saímos da água e fomos até a Carol, avisei pra ela que ia comprar água com o moço e ela me olhou com uma cara de "Vai pegar né, s****a!" e eu so sorri pra ela. O moço pagou água de coco e ficamos conversando, aproveitei pra perguntar seu nome logo, óbvio. - Qual seu nome? - É Erick, e o seu? - Elisa, prazer! - Prazer é só na cama, hein! - Ele sorriu e depois riu. - Você é assim? ja chega sendo assim com as pessoas que você nem conhece? - Perguntei rindo. - Poxa lisa, pensei que a gente já tinha virado amigos. - Eu sorri fazendo ele sorrir também. - Bobinho. Onde você mora? - Moro no Vidigal, e você? - Rocinha. - Nossa... - O que? - Perguntei. - Nada não, linda. Me passa seu w******p aí, gata Então eu passei, logo depois ele se despediu e foi embora. Senti que ele ficou estranho depois que eu falei que moro na Rocinha, eu hein! povinho doido. Voltei para onde a Carol tava, ela tava pegando um sonho, eu aproveitei para fazer uma brincadeirinha. Cheguei pertinho dela em silêncio e dei um grito, ela abriu os olhos assustadas e quando viu quem era, ela começou a me bater. - Aí, aí, tá doendo, c****e! - Isso é pra a aprender a não fazer mais isso comigo. Mas mudando de assunto, como foi com aquele gostososao lá? menina, chorei só de ver. - Credo, Carol. Foi legal, nós trocamos nossos números, depois eu chamo ele! - Nem rolou beijinho? - Ela perguntou. - Meu amor, não vou ficar com um cara assim, sem conhecer! não ligo pra quem faz isso, mas eu não gosto, bonita. - Nós rimos. Ficamos mais um pouquinho na praia, depois decidimos ir embora, pegamos um ônibus de volta pra casa! subimos o morro cansadas, ou melhor, morrendo. Quando chegamos em casa a Tia já reclamou. - Vão tomar banho logo, não quero que vocês sujem meu sofá lindo, vão pestes! - Minha tia disse. - Aí tia, magoou. - Fiz uma carinha triste. - Vai logo, peste! quer apanhar com cabo de vassoura? - Eu e Carol rimos e ela pegou um cabo de vassoura, logo nós corremos rindo muito, mas o medo dela bater na gente foi real.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR