Capítulo 5

4087 Palavras
ʀᴇᴅ ғʀᴜɪᴛs • ʙᴇᴀᴄ ᴘᴛ. 3 Acordei no dia seguinte com meu corpinho todo dolorido, baby estava exausta, me diverti tanto ontem, fazia tanto tempo que baby não fazia algo do tipo. Me sentando sobre a cama, espreguicei todo meu corpinho, o que me fez despertar melhor. Engatinhando até a beirada da cama, me levantei sem pressa alguma, tendo o lençol se enroscar em meu tornozelo fui tentar tirar o mesmo. — Bom dia bela adormecida, pensei que não iria acordar mais hoje — Olhando na direção de Talylah, não deixei de olhar para seu corpo, aonde encontrei ela dentro de um biquíni amarelo maravilhoso com seu corpo cheio de óleo de avelã, esquecendo do lençol preso em tornozelo acabei dando um passo a frente, o que me fez perder o equilíbrio. Tendo os braços fortes de Talylah envolverem meu corpo, fomos ao chão juntas. Aonde caí sobre seu corpo maravilhoso. — Desculpa, você está bem? — Perguntei tentando levantar, só que a mesma não me soltou em momento algum. — Sim, estou ótima e você? — Sem desviar meu olhar de dentro dos seus olhos, senti meu coração acelerar. Seu olhar desceu para minha boca, assim como o meu desceu para sua boca carnuda. Aproximando nossos rostos, Luíza aparece antes que eu beijasse sua Tia, desviando meu olhar para qualquer canto, Talylah me ajudou a levantar e tirou o lençol que foi parar no chão com minha queda. — Vocês duas estão bem? — Luíza perguntou intercalando seu olhar entre mim e sua Tia. — Sim, estamos bem — Abaixando meu olhar, eu sentia meu coração ainda acelerado. — Coloca um biquíni e desce lá, estamos na piscina — Olhando dentro dos olhos olhos castanhos da mesma, senti minhas bochechas esquentarem. — Tá bom, eu desço logo — Vendo-a sorrir, senti meu coração pular dentro do meu peito. Suspirando após sua saída do quarto, senti meu coraçãozinho acelerado. — Por que ele bate tão rápido? Catherine: — O que você tem amor? — Nada amor, estou apenas cansada — Digo subindo em cima da cama. Eu estava exausta realmente, só que por outro lado, eu estava assim por causa da saudade que eu estava de Sofia. Ela não respondia mimhas mensagens, não falou mais comigo desde que não fui ver ela no hospital ou em sua casa quando ela machucou o braço. Só que eu não poderia ir, eu estava e estou com minha esposa. Ela havia chego de Madrid em México, no mesmo dia da apresentação da minha menina. Fiquei muito triste por não poder ir na apresentação de Sofia, outra pessoa que está me infernizando desde que descobriu que eu sou casada, é a Mãe de Sofia. — O que você tanto pensa? Hum? — Tendo minha esposa sentar abaixo meu ventre, não deixei de sorrir acariciando sua coxa. — Penso no quanto eu tenho sorte por ter uma mulher linda como essa casada comigo — Comento e a mesma se inclina beijando meus lábios. — Eu é que tenho sorte por ter uma esposa tão maravilhosa — Mordendo o interior de minha bochecha, apenas retribui o beijo. — Eu estava com tantas saudades! — Eu também estava com muita saudades sua — Deitando o corpo da mesma sobre a mesma, distribui beijos por seu pescoço. — Por que você não vai tomar um banho? Quando você sair eu posso fazer uma massagem em você, o que acha? — Perguntou Léa, apenas concordando fui tomar um banho, era tudo o que realmente eu mais precisava naquele momento. ʀᴇᴅ ғʀᴜɪᴛs • ʙᴀᴄᴋ ʜᴏᴍᴇ Hoje era nosso último dia na praia, foram três longos e maravilhosos dias ao lado de Luíza e principalmente ao lado de Talylah. Fiquei até surpresa quando Luíza chegou em mim perguntando se eu estou gostando de sua Tia, por um lado fiquei super envergonhada com sua pergunta e eu não soube responder. Hoje voltaríamos para casa e eu estava super animada, porque estava morrendo de saudades de Mamãe. Por outro nem tão animada, porque eu Talylah iria voltar a trabalhar e eu não poderia passar mais tempo assim com ela. E eu também não queria ver Catherine, até excluí todas as mensagens que ela havia me mandando. — Fiquei sabendo que amanhã é seu aniversário, vai completar quantos anos? — Talylah perguntou ao entrar no quarto e se sentar na cama ao meu lado. — Faço 18 anos — Digo terminando de arrumar meu cabelo. Era estranho fazer isso sozinha, mas eu tinha que me acostumar, ainda mais se eu não queria mais ser uma baby. — Pensei que você tinha 15 anos — Rindo de seu comentário, olhei para a mesma qual estava fazendo um biquinho. — Desculpa, eu tenho 17 no momento — Calçando meu sapato, terminei de guardar minhas coisas na bolsa. — O que você gostaria de ganhar de presente de aniversário? — Olhando dentro de seus olhos cholates, ela ficou esperando uma resposta minha. Eu não saberia o que pedir, normalmente ganho bonecas, roupas com estampas de meus desenhos favoritos, filmes, livros infantis, chupetas novas. — O que você quiser me dar está de bom tamanho — Comento e a mesma sorri. Vendo ela pegar minha bolsa, ela estendeu sua mão para mim. Segurando a mesma, saímos do quarto. Talylah: Esses dias que tenho passado ao lado de Sofia, notei que ela estava diferente da garota que conheci. Agitada, sempre falando de uma forma fofa, usando roupas sempre coloridas e fofas como ela. Agora suas roupas são normais, ela é uma garota normal. — Posso te fazer uma pergunta? — Olhando para Sofia, ela apenas concordou com sua cabeça. — Por que você mudou? — Perguntei. A mesma pareceu ficar confusa com minha pergunta, me virando para ficar de frente com a mesma, ela ficou esperando eu falar algo. — Por que você parou de se chamar de Baby ou de usar roupas fofas? De ser aquela garota que você era? — Perguntei. Sofia desviou seu olhar dos meus e colocou seus braços atrás de seu corpo. — Eu só quero crescer, não quero mais ser uma baby — Diz a mesma de cabeça baixa. Sorrindo de lado, deixei suas coisas em cima do sofá. Segurando seu queixo delicadamente, levantei seu rosto. Olhando dentro de seus belos olhos verdes, vi suas bochechas ganharem um tom vermelho. — Você que quer crescer ou alguém disse isso para você? — Perguntei. Sofia apenas respirou fundo. — Eu quero crescer, porque cansei da minha Mommy, ela é uma péssima Mommy, não cuidou de mim quando quebrei o bracinho — O exatamente é uma Mommy? Ela sempre vivia chamando aquela mulher de Mommy, vivia na casa dela. — Entendo. Bom, vamos então? — Sofia apenas concordou e voltou segurar minha mão. Iríamos dar uma volta, andar por aí e só depois ir para casa. Não queria demorar muito para voltar para casa, já havíamos ido um pouco no mar ,já almoçamos, depois era só ir para casa. Vendo as meninas se divertirem, elas entravam de loja em loja olhando um monte de coisa e comprando de vez em nunca. — Toma, comprei isso aqui pra você — Sofia disse me entregando uma sacola dourada, pegando para ver o que era, ela saiu correndo atrás de minha sobrinha. Abrindo a sacola, vi que tinha um carrinho ali dentro, para ser específica, um caminhão de bombeiro em miniatura. — Essa menina! — Olhando para a mesma, não deixei de sorrir para ela, a qual ficou corada na mesma hora. ʀᴇᴅ ғʀᴜɪᴛs • ʜᴏᴍᴇ Ao chegar em casa, me despedi rapidamente de Talylah, havíamos deixando Luíza primeiro em casa e só depois vinhemos. Correndo para dentro de casa após pegar minhas coisas, larguei minha bolsa em cima do sofá e corri até o andar de cima. Entrando no quarto da Mamãe, encontrei ela sentada em sua cama tirando seus sapatos. Sem deixar de sorrir, baby correu até Mamãe, aonde pulou em seu colo escutando a mesma rir, ela começou distribuir beijos por todo meu rosto. — Eu estava morrendo de saudades suas meu bebê — Sem deixar de sorrir, acariciei o rosto de Mamãe. — Eu também morrendo de saudades Mamãe — Digo. A mesma voltou me abraçar, mas logo me soltou para ir tomar um banho. Indo para meu quarto, tomei um banho rápido para descer para poder jantar. Escutando a campainha tocar assim que desci já tomada banho, abri a porta dando de cara com uma moça bonita. — Quem é filha? — Mamãe perguntou assim que desceu. — Oi Paolla, como você está? — A moça bonita diz entrando em minha casa sem pedir permissão. — Eu estou ótima Leandra, o que faz aqui? — Mamãe perguntou após abraçar a moça. — Catherine convidou você para vir jantar lá em casa, mas eu não sabia que sua filha já estava de volta, ela é uma graça, linda como a Mãe — Me esquivando da mesma, me escondi atrás de Mamãe. — Acho que é melhor deixar para outro dia, quero passar um tempo com minha filha — Mamãe diz me puxando para um abraço. — Que isso, vocês dias estão super convidadas, tenho certeza que Catherine vai adorar vê-la, ela não para de falar você — Me segurando para não revirar meus olhos, abracei mamãe ignorando a moça. — Eu ainda sim irei recusar seu convite, quero passar realmente um tempo com minha filha, sozinhas, somente eu e ela. — Entendo, bom, então quem saiba outro dia, né? — Perguntou a mesma. Mamãe apenas concordou e a moça saiu andando. — Quer me ajudar a preparar nosso jantar meu amor? — Concordando com Mamãe, fomos em seguida para a cozinha fazer nossa janta. Catherine: Saber que Sofia e muito menos menos Paolla não aceitaram meu convite para jantarem aqui em casa, me deixou extremamente triste. Ver que Sofia chegou em casa ao lado daquela mulher, simplesmente deixou meu coração doendo. Eu sei que o que eu fiz foi extremamente errado, e é tão errado eu ainda continuar gostando dessa garota. Me deitando na cama para descansar, fiquei ainda por longos minutos pensando na vida. No quanto eu sinto a falta de Sofia, falta de beijá-la, de tocá-la, de sentir seu corpo junto ao meu. — O que tanto pensa aí amor? — Olhando para Léa, a mesma acariciou meu rosto. Fechando meus olhos, respirei fundo. — Nas minhas férias, elas já estão chegando, vai querer fazer alguma coisa comigo? Sei lá, passear quem sabe. — Acho uma ótima idéia amor, que tal Praia? — Sorrindo apenas concordei com a mesma. Tendo seus lábios juntar aos meus, pensei em apenas uma pessoa se quer. Na minha baby, a qual na verdade não queria mais ser minha baby, não me queria mais sendo sua Mommy. — Vamos dormir então, amanhã temos um longo dia — Abraçando o corpo de minha esposa, apenas fechei meus olhos para dormir. Bom, pelos menos tentar dormir. ʀᴇᴅ ғʀᴜɪᴛs • ʜᴀᴘᴘʏ ʙɪʀᴛʜᴅᴀʏ Dia 24 de junho, dia do meu tão esperado aniversário. Baby sempre amou essa data, comemorar ele ao lado das pessoas que eu amo. No caso, a pessoa que eu mais amo nessa vida é Mamãe. Porém dessa vez é diferente, tem Luiza que prometeu que viria hoje. Papai só irá vir, porque Mamãe convidou, porque se fosse por mim, ele não viria. — Sua amiga já chegou filha, ela está te esperando — Mamãe diz ao entrar em meu quarto. Eu estava quase pronta, precisava arrumar só meu cabelo. — Quer que eu arrume para você meu amor? — Concordando com Mamãe, ela sorriu pegando a escova de minha mão. Apenas fechando meus olhos, fiquei ali curtindo aquele momento. Fazia tanto tempo que decidi crescer, não ser mais uma baby, eu estava com tanta falta de Mamãe cuidando de mim. — Quer solto ou uma trança? — A Senhora poderia fazer uma trança, por favor? — Perguntei para a mesma, a qual sorriu e concordou. — Se você não se importa, convidei Catherine e a esposa dela para virem cantar comer bolo, tudo bem meu amor? — Olhando para Mamãe, ela terminou de fazer a trança. — Esposa? — Sim, aquela moça que apareceu aqui ontem — Sorrindo de lado, abaixei meu olhar, voltando me olhar no espelho, peguei um gloss sabor morango e passei em meus lábios. — Tudo bem Mamãe, não vejo problema algum, são suas amigas, então tudo bem para mim — Me levantando da cadeira, beijei a bochecha de Mamãe antes de sair do quarto e descer. Pisando no último degrau da escada, fui puxada por Luíza em um abraço apertado. — Se me apertar um pouco mais forte, eu vou morrer — Digo baixinho, a mesma apenas me solta rindo. — Desculpa! Eu estava com saudades amiga! — Eu também já estava morrendo de saudades suas! — Sorrindo ambas uma para outra, encontrei Catherine sentada no sofá me olhando ao lado de sua esposa. Procurando por Talylah, não vi a mesma, o que me deixou um pouco desanimada. — Feliz aniversário linda, bom, como eu fiquei sabendo de última hora que hoje é seu aniversário, comprei isso aqui para você, já que eu não sabia do que você gostava — Vendo a esposa de Catherine me estender uma caixa enorme de chocolate, agradeci a mesma um tanto quanto desconfortável. — Aonde está o papai? Ele não vem? — Perguntei. Antes que Mamãe respondesse minha pergunta, a porta foi aberta revelando meu pai e minha madrasta. — Cadê minha aniversariante favorita? — Deixando a caixa de chocolate com Mamãe, corri até o papai. Melhor ele do que ficar dando atenção para Catherine e sua esposa. Abraçando o mesmo bem forte, o mesmo retribuiu meu abraço. — Parece que alguém estava com saudades, não é mesmo? — Sem falar nada, soltei o mesmo e fui comprimentar minha madrasta. Talylah: Eu havia saído hoje um pouco mais cedo do trabalho, meu chefe havia me liberado somente hoje por ser aniversário de Sofia. Fiquei e estou muito feliz por ele ter me liberado. Ao chegar em casa, corri para dentro de casa, aonde já fui tirando aquela roupa suada e correndo para o banheiro tomar um banho. Queria estar bem apresentável para Sofia, não assim, suja, cheirando a suar. Tomando um rápido banho, saí já vestido uma calcinha shorts azul escura, uma calça jeans, um top preto e uma camisa da branca. Calçado um tênis, arrumei meu cabelo rapidamente já indo me perfumar. Olhando as horas no celular, marcava exatamente 15:23 da tarde. Pegando o presente de Sofia, sai de casa rapidamente. Atravessando a rua, fui até à casa da mesma. Aonde parei em frente a porta já escutando risadas dentro da casa. Respirando fundo, toquei a campainha. — Talylah, que bom vê-la aqui, Sofia já estava perguntando de você. — Eu estava no trabalho, meu chefe me deixou sair cedo hoje — Digo. Paolla sorri e logo me permitir entrar. Avistando aquela mulher, logo fechei meu semblante. O que ela estava fazendo aqui? Ignorando a presença da mesma, sou recebida por um abraço quente e muito receptivo de Sofia. — Talylah, você veio — Sorrindo retribui seu abraço. — Sim boneca, eu vim, achou que eu não viria? — Vendo a mesma afirmar que sim, não deixei de rir. — Mas eu vim e aqui está seu presente, espero que goste — Vendo que a mesma abriria ali mesmo, impedi que ela fizesse isso. — Abra quando estiver sozinha, certo? — Perguntei para a mesma, a qual apenas anuiu em concordância. ʀᴇᴅ ғʀᴜɪᴛs • ʜᴀᴘᴘʏ ʙɪʀᴛʜᴅᴀʏ ᴘᴛ. 2 Fiquei o resto do dia curiosa para saber o que era meu presente que Talylah deu, ela não me deixou ver na hora, somente quando eu estivesse sozinha. E as horas pareciam não passar, o pessoal parecia não querer ir embora. Bufando, olhei para minha amiga que estava dormindo na poltrona. Me levantando do sofá, fui até o presente que Talylah me deu. Subindo para meu quarto com o mesmo, entrei já me sentando em minha cama. Abrindo a caixa, senti meu coração quase parar. Era uma caixa com diversos doces e quatro novas chupetas, uma rosa, uma dourada e duas azuis. Uma dedeia da Elsa e um prendedor de chupeta. Sentindo uma presença a mais no quarto, levantei meu olhar encontrando Talylah ali parada na porta. — Gostou Princesa? — Perguntou a mesma. Sentindo meus olhinhos encherem de lágrimas, comecei coçar os mesmos. — Você não gostou? — Baby gostou muito — Digo ainda limpando minhas lágrimas. — Bligadu Lylah — Beijando sua bochecha, abracei a mesma. Ao me afastar sem pressa alguma da mesma, ela limpou meu rosto das lágrimas que ainda escorriam. — Fico muito feliz que tenha gostado Princesa, não mude, você pode crescer, só que não precisa mudar — Sorrindo, continuei chorando. Talylah apenas pegou baby no colo e se sentou em seguida em minha cama. Deitando minha cabeça no vão de seu pescoço, fiquei ali quietinha recebendo seus carinhos. — Ela está dormindo? — Escutando a voz de Mamãe, levantei minha cabeça para olhar ela. — Não Mamãe, estou acordada — Digo. Mamãe apenas sorriu. — Catherine está te chamando lá em baixo, quer te desejar o Feliz Aniversário, ela já indo para casa. — Tenho mesmo que ir? — Perguntei para Mamãe, a qual afirmou positivamente. — Eu não quero ir Mamãe, quero ficar aqui com ela — Digo envolvendo meus braços envolta do corpo de Talylah. — Tudo bem, vou falar então para ela que você está dormindo, assim ela não fica chateada — Dando de ombros, Mamãe saiu do quarto. Eu pouco me importava se ela ficaria ou não chateada, porque ela não pensou duas vezes antes de machucar baby. Não pensou que baby também poderia ficar chateada, por mim ela poderia saber que eu não quero vê-la mesmo. — Está com sono? Eu posso deixar você descansar — Não vai, fica aqui comigo — Apertando a mesma em meus braços, escutei a mesma suspirar. — Então eu não vou, se você não quer, eu não irei — Sorrindo, a mesma me deitou na cama antes de deitar ao meu lado. Catherine: Saber que Sofia estava em seu quarto, sozinha com aquela mulher. Me deixou incomodada, frustrada. — O que foi amor? O que você tem? — Olhando para minha esposa, ela se sentou ao meu lado. — Não é nada amor, estou apenas cansada — Digo. A mesma apenas sorriu e me abraçou. — Vamos brincar um pouco, quem saiba isso não te anime um pouco? — Léa perguntou sentando em meu colo, apenas sorrindo, concordei com a mesma. Eu estava mesmo precisando relaxar um pouco, tirar toda tensão do meu corpo. Talylah: Deitada com Sofia em sua cama, eu observava cada traço delicado de seu rosto. A mesma dormia serenamente em meus braços com uma chupeta da Galinha Pintadinha em sua boca. Me levantando para puxar o lençol para cobrir seu pequeno corpo, senti a mesma segurar em meu braço. Olhando para a mesma, ela tinha seus olhinhos verdes em cima de mim. — Você vai embora? — Sofia perguntou assim que cobri seu corpo. — Sendo sincera, eu realmente preciso ir para casa Princesa — Digo. A mesma se sentou na cama e largou sua chupeta na cama. — Dormir aqui, a baby deixa, dormiii — Vendo a mesma fazer um biquinho, me aproximei da mesma, puxando a mesma para mais perto de meu corpo, selei nossos lábios. Vendo a mesma piscar várias vezes, tendo Sofia respirar divagar, a mmesm fechou seus olhos em seguida. — Me deixa cuidar de você Boneca, eu quero tanto cuidar de você. ʀᴇᴅ ғʀᴜɪᴛs • ɪᴍᴘᴏʀᴛᴀɴᴛ cᴏɴᴠᴇʀsᴀᴛɪᴏɴ Depois de beijo que recebi de Talylah e a pergunta que ela me fez, me deixou sem palavras. É claro que eu gosto dela, tenho sentindo algo diferente por ela. Só que eu estou tão confusa, claro que ainda estou muito chateada com Cat. Ela também nunca me disse que era casada, e eu odeio traições, Papai traiu Mamãe e ainda me quero levar com ele. Eu não sei o que fazer, faz dois dias que não saio de casa, dois longos dias que eu fico somente aqui. Quando Cat aparece aqui em casa com sua esposa, eu me tranco dentro de meu quarto e fico somente aqui. Olhando para meu ursinho Cherry, o qual eu não brincava com ele ou abraçava ele a dias, sorri pegando o mesmo no colo. — Desculpa a baby, sei que não tenho dado muita atenção para você Cherry, é que eu ando tão — Suspirando frustrada, acariciei seu pelo marrom e macio. — Baby anda tão confusa, de um lado tem a Cat e do outro a Lylah, eu não sei o que baby está sentindo mais — Enxugando as lágrimas que teimosas que rolaram pelas bochechas da baby, me deitei em minha cama agarrada ao meu Cherry. — Oi Sofi — Direcionando meu olhar na direção daquela voz tão conhecida por mim, ela entrou em meu quarto vindo até mim. — Será que podemos conversar meu anjo? — Concordando, Catherine se sentou na cama da baby, me sentando também, limpei as poucas lágrimas teimosas que continuavam descer por meu rosto. — Eu não deixei de escutar o que você disse, ainda ali fora do seu quarto. Eu só quero que saiba, que não foi minha intenção lhe machucar, te magoar, jamais. — Se não era sua intenção, por que fez isso Cat? — Perguntei olhando dentro de seus olhos, a mesma apenas suspirou pesadamente. — Quando eu te vi pela primeira vez, eu senti algo aqui dentro. Algo que fazia já anos que eu não sentia, algo que você despertou em mim novamente — Cat diz com sua mão sobre seu peito. — Se você não sentia mais isso, por que continua com ela? Por que não me contou antes? — Tendo Cat se aproximar de mim, acabei me afastando um pouco. — É complicado, eu não tenho coragem de me separar dela. Sempre que eu penso em dizer, ela com apenas um simples sorriso me faz mudar de idéia pequena, você não entenderia — Cat diz tocando meu rosto. Fechando meus olhos, senti ela passar seu polegar delicadamente por minha bochecha. — Me perdoa Sofi, eu gosto tanto de você, eu... Eu te amo menina! — Baby tá muito chateada ainda com você, quando eu mais precisei de você, você não estava lá comigo — Digo ainda chorando. Isso doía tanto em Baby, eu queria tanto entender, só que eu não conseguia. — Me desculpa, me desculpa mesmos meu amor, eu sinto tanto por isso, eu queria ter estado com você quando mais precisou de mim — Apertando o Cherry forte contra meu corpo, Cat me puxou para seu colo, aonde Baby chorou compulsivamente. — Me perdoa meu amor, me perdoar, por favor, é só isso que eu te peço. Catherine: Vê-la e tendo-a chorar em meus braços, por minha culpa, me partia o coração. Sofia não merecia ter alguém como eu em sua vida. Se ela não me quiser me ter mais em sua vida, eu entenderia. Eu fiz tudo tão errado, ao invés de protegê-la, de cuidar dela, eu fiz tudo errado. — Fica com a Baby, não fica com ela, eu quero minha Mommy de volta Cat — Sofia dizia chorando e fungando seu nariz, limpando suas lágrimas, minha menina limpou as minhas. — Não é tão fácil assim meu amor, não vai ser uma tarefa fácil para Mommy — Digo. Sofia levantou de meu colo brava enquanto ainda chorava. — Eu quero minha Mommy, aquela Mommy que eu conheci, a que era só da Baby. Se não for assim, eu não quero mais Mommy nenhuma. — E aquela mulher? A tal de Talylah, tenho certeza que ela quer ser sua Mommy, ela até te deu chupetas novas. — Sim, ela quer ser minha Mommy, ela quer, porque você não quer, só que a Baby — Sofia para de falar ficando vermelha e abaixa sua cabeça. — Me fala meu amor, pode falar. — Baby gosta dela também, só que também gosta da Mommy — Sorrindo me levantei da cama de minha pequena, me aproximando da mesma, levantei seu rostinho. — Se você escolher ela, tudo bem, eu só quero que você seja feliz, entendeu meu amor? — Perguntei vendo Sofia concordar em seguida. — Mommy te ama muito, é apenas isso que eu preciso que entenda.
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