William narrando O sol estava fritando já a nossa cabeça e eu não via a hora de ir pra casa. Aquele cheiro característico de pólvora e fumaça que sempre fica depois de um confronto. As crianças brincando, a favela agitada, mais um dia normal na favela, que pairava sobre tudo deixava claro que a missão tava cumprida. O Bruno já era. O pesadelo tinha acabado… pelo menos esse. A galera tava reunida na boca, cada um com aquela expressão cansada, mas carregada de alívio. Alguns fumavam cigarros, outros bebiam água, e todos pareciam finalmente conseguir respirar fundo depois da noite de tensão. O Terror tava encostado numa parede, olhando pro horizonte com aquele olhar de predador que nunca descansa. O Pesadelo falava baixinho com um dos seguranças, mas o olhar dele também carregava aquela m

