Nanda abriu os olhos meio grogue ainda sem saber o que estava acontecendo seu corpo estava pesado ela tentou levantar as mãos mas sentiu eles presos por alguma coisa sua boca tinha um gosto h******l como se tivesse bebido a noite toda ela puxa as amarras mas estão muito fortes em seus pulsos ela tenta olhar o lugar mas tudo que ela consegue ver é um lugar surrado com as pinturas descascando das paredes ela está deitada em uma cama de solteiro em um quarto o desperto bate forte ela se lembra das luzes e da dor da agulhada no seu pescoço Nanda se mexe mas as pernas também estão presas na estrutura da cama e forçando parece que os nós so se apertam mais seus olhos enchem de água. -O meu pai não faria algo assim nem ele seria tão c***l mas se não foi ele quem seria. Nanda se pergunta quando

