VIOLETTA Dias depois trouxemos o Davi para casa. Viemos primeiramente para o meu apartamento pegar algumas coisas. O Jason não quis entrar e ficou na porta com o nosso filho, enquanto eu entrava e observava a bagunça e mancha de sangue pelo corredor. Sigo até a sala e arrumo o centro no lugar, dando a volta no sofá e procurando minha arma. Não encontrando, me agacho e olho embaixo dos móveis. Meu coração dispara. — O que foi? _O Jason entrou. Erguendo o rosto, vejo ele olhar o chão, os rastros de sangue especialmente. — A arma. Não está aqui. _Meu coração acelera. Com tudo, ele me olhou e pareceu compreender o meu medo. — Acredita que ela levou? Fico de pé, observando em volta. — É quase certeza. _Digo. — Arruma suas coisas e do Davi. _Ele lembrou o que viemos fazer aqui e eu fu

