Eu não sabia se havia agido corretamente ao contar tudo aquilo para a garota, justo agora quando ainda não tinha um plano exatamente formulado. Mas foi uma oportunidade que tive e não poderia desperdiçar já que ela estava ali. Não era totalmente uma verdade o que disse para ela e isso foi o suficiente para ela ficar abalada pela maneira que saiu daqui. E era isso que eu queria. Ela acreditou em mim. Tomei um café e fiquei arquitetando meu próximo passo, preciso ser esperto. Meu celular começou tocar no balcão. ― Carl, sou eu Martins ― falou assim que atendi. ― O que houve? Estou trabalhando ainda ― falei olhando para os lados caso alguém viesse. ― A tua chance é hoje Carl! Pegamos a garota do Xerife, ela está na casa velha da rua 58 ― falou rápido. ― Consegui falar com Roi e ele deu a

